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Estudando Linux

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Pinguim Tux, (molde) O Tux é a mascote oficial do sistema operativo Linux. O Tux, criado por Larry Ewing em 1996, é um pinguim gorducho que tem um ar satisfeito e saciado. A ideia da mascote do Linux ser um pinguim veio de Linus Torvalds, o criador do núcleo Linux.
Guia Foca GNU/Linux

O nome FOCA significa FOnte de Consulta e Aprendizado. Entre o conteúdo do guia, você encontrará: Textos explicativos falando sobre o sistema Linux, seus comandos, como manusear arquivos, diretórios, etc. Explicações iniciais sobre as partes básicas do computador e periféricos Comandos e Programas equivalentes entre o DOS/Windows e o GNU/Linux. Todos os materiais contidos na versão iniciante são ideais para quem está tendo o primeiro contato com computadores e/ ou com o Linux. A linguagem usada é simples evitando, sempre que possível, termos técnicos. Para melhor organização, o guia está dividido em 3 versões: Iniciante, Intermediário e Avançado. Sendo que a versão Iniciante é voltada para o usuário que não tem nenhuma experiência no GNU/Linux. A última versão deste guia pode ser encontrada em: Página Oficial do guia Foca GNU/Linux.

Kernel do Linux para downloadComeçando com LinuxPrimeiro contato com o Shell do Linux!Linux

O que é o Linux

O Linux é um sistema operacional baseado em Unix, criado em 1991 por Linus Torvalds na universidade de Helsinki na Finlândia. É um sistema Operacional de código aberto distribuído gratuitamente pela Internet. Seu código fonte é liberado como Free Software (software livre), sob licença GPL, o aviso de copyright do kernel feito por Linus descreve detalhadamente isto e nem ele não pode fechar o sistema para que seja usado apenas comercialmente. O Linux é desenvolvido por milhares de pessoas espalhadas pelo mundo, cada uma fazendo sua contribuição ou mantendo alguma parte do kernel gratuitamente.

Não é muito popular entre usuários domésticos mas extremamente usado por profissionais de T.I, com a finalidade de servidores fazendo concorrência ao Windows.

O LINUX NÃO É VULNERÁVEL A VÍRUS! Devido a separação de privilégios entre processos e respeitadas as recomendações padrão de política de segurança e uso de contas privilegiadas (como a de root) programas como vírus tornam-se inúteis pois tem sua ação limitada pelas restrições de acesso do sistema de arquivos e execução.

Passos para trabalhar com Linux

O que é uma distribuição do Linux? Conjunto de kernel, programas de sistema e aplicativos reunidos num única mídia. Existem atualmente milhares de aplicativos para a plataforma Linux, onde cada comunidade ou empresa responsável pela distribuição escolhe os aplicativos a serem incluídos. Obs: Kernel ou núcleo do sistema, é responsável pela integração dos dispositivos de hardware do computador com os programas. O kernel fornece ferramentas para que os programas possam funcionar.

Em primeiro lugar definir a comunidade: A escolha de sua distribuição deve ser feita com muita atenção, não adianta muita coisa perguntar em canais de IRC sobre qual é a melhor distribuição, ser levado pelas propagandas, pelo vizinho, etc. O melhor caminho para a escolha da distribuição, acredito eu, seria perguntar as características de cada uma e porque essa pessoa gosta dela ao invés de perguntar qual é a melhor, porque quem lhe responder isto estará usando uma distribuição que se encaixa de acordo com suas necessidades e esta mesma distribuição pode não ser a melhor para lhe atender. Exemplo de distribuição: Debian, Ubuntu, Slackware, Fedora, SuSE, etc. Distribuições Linux

Segundo: Baixar a máquina virtual Box. Lembrete: não é necessário formatar o computador e também não é necessário um computador adicional. Para a montagem do ambiente virtual existe um software bastante conhecido que é o Virtual Box. Depois de instalada a máquina virtual, o próximo passo é instalar a distribuição nesse caso Ubuntu. A máquina pode ser instalada em qualquer plataforma. Mac Os, Windows ou Linux. Obs. Se você quiser pode optar pelo versão Light. Não precisa instalar. Com o Windons aberto você coloca o cd e pede para reiniciar o computador e ele abrirá com o Linux. Veja em Dicas

Comandos básicos para entrar e sair do sistema Comandos no Linux

O que é um comando? Um comando é uma instrução passada pelo usuário, através de texto, para que uma ação seja realizada. Para usar os comandos no linux, pode-se usar a interface modo texto tela preta ou o console de comandos na interface gráfica, tela roxa (GUI). Troca-se o clique em pastas ou menus, por instruções textuais. Abaixo alguns comandos básicos.

  • ls lista arquivos e diretórios (antes de usar é preciso acessar o diretório que se deseja visualizar os arquivos e subdiretório) Dois dos principais parâmetros desse comando são: -l e o parâmetro •a Obs. O Linux é case sensitive (diferencia minúsculas de maiúsculas). Para utilizar digite ls dê um espaço e digite -l ou então .a
    1. -l mostra mais detalhes dos arquivos, como data de criação, permissões do usuário, tamanho do arquivo, etc.
    2. .a mostra arquivos ocultos (possuem um • antes do nome do arquivo)

Permissões de usuário

Cada arquivo ou pasta tem 3 permissões. UGO

  1. Usuário dono: é o proprietário do arquivo;
  2. Grupo Dono: é um grupo, que pode conter vários usuários;
  3. Outros: usuários em geral.

Existe duas maneiras de ver as permissões no Linux. No modo gráfico e no modo de comando, (tela preta). Para ver a permissão no modo gráfico, clique com o botão direito em cima do arquivo e em propriedades. Para ver a permissão de um arquivo no prompt digite: ls -l esse comando faz uma listagem longa e detalhada do diretório atual.

  • As permissões vão aparecer assim: r leitura; w escrita; x execução. Veja um exemplo abaixo: obs: d siginifica diretório. ( -) traço siginifica arquivo. adalgisa adalgisa O primeiro nome é do usuário root ou seja o dono e o segundo é do grupo do usuário. Tamanho do arquivo em bytes: 0 (vazio) 4096 19 19 0 Data e hora. Nomes de arquivos: Área de Trabalho, arq4.save, arq4.save.1 e arquivotouch. Total: é o número de arquivos que existe.
  • total...
  • -rw-rw-r-- 1 adalgisa adalgisa 0 Ago 5 18:04 ~$
  • drwxr-xr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 19:53 Área de Trabalho
  • -rw--- - - - -1 adalgisa adalgisa 19 Ago 10 18:10 arq4.save
  • -rw-- - -- - -1 adalgisa adalgisa 19 Ago 10 18:10 arq4.save.1
  • -rw-rw-r - -1 adalgisa adalgisa 0 Abr 25 12:00 arquivotouch

Aplicação do Comando chmod 754 logo.png

Para melhor compreensão da aplicação desse comando
  • chmod Altera as pemissões do arquivo.
  • As permissões são dadas ao ugo ou seja: u=7 g=5 o=4
  • Passar cada algarismo para a linguagem binária - só assim o computador entenderá.
  • Procedimento: 7:2= 3 resto 1 3:2= 1 resto 1 (resultado em binário: 111)
  • Procedimento: 5:2= 2 resto 1 2:2= 1 (resultado em binário: 101)
  • Procedimento: 4:2= 2 resto 0 2:2= 1 resto 0 (resultado em binário: 100)
  • Lembrete: 1= sim e 0= não. Analisando: u=7=111 rwx; g=5=101 rx; o=4=100 r Traduzindo: o usuário dono tem permissão de: leitura, escrtita e execução. O grupo do usuário dono tem permissão somente de leitura e execução e outros tem permissão somente para leitura

Obs. Converter números decimais em binários é simples. Isso é feito através de divisões consecutivas. Ou seja divide-se o número da base decimal por 2 até que não possa mais ser dividido. O resultado em binário será o quociente da última divisão e os restos de cada uma delas, “da direita para a esquerda subindo”.

Divisão de decimal para binário

O que é uma distribuição Linux

Só o kernel GNU/Linux não é suficiente para se ter uma sistema funcional, mas é o principal. Existem grupos de pessoas, empresas e organizações que decidem "distribuir" o Linux junto com outros aplicativos (como por exemplo editores gráficos, planilhas, bancos de dados, ambientes de programação, formatação de documentos, firewalls, etc). Este é o significado essencial de distribuição. Cada distribuição tem sua característica própria, como o sistema de instalação, o objetivo, a localização de programas, nomes de arquivos de configuração, etc.

Algumas distribuições bastante conhecidas são: Debian, Ubuntu, Fedora, Suse, Slackware, Red Hat, Gentoo, todas usando o SO Linux como kernel principal (a Debian é uma distribuição independente de kernel e pode ser executada sob outros kernels, como o GNU hurd ou o kernel BSD). A escolha de uma distribuição é pessoal e depende das necessidades de cada um. Segue abaixo o nome e as características de algumas distribuições:

Debian:

Distribuição desenvolvida e atualizada através do esforço de voluntários espalhados ao redor do mundo, seguindo o estilo de desenvolvimento GNU/Linux. Por este motivo, foi adotada como a distribuição oficial do projeto GNU. Possui suporte a língua Portuguesa.

Ubuntu:

Variante da distribuição Debian voltada a interação mais amigável com o usuário final e facilidade de instalação. Atualmente é a melhor para usuários que tem o primeiro contato com o Linux. Conta tanto com a instalação do sistema em HD e execução através de Live CD. Ubuntu é um sistema operacional não comercial patrocinada pela Canonical. Atualmente, é uma das mais populares distribuições Linux. O nome "Ubuntu" é uma palavra sul-africana que significa “humanidade para com os outros” ou "sou o que sou pelo que nós somos".

Fedora:

A distribuição Fedora dá prioridade ao uso do computador como estação de trabalho. Além de contar com uma ampla gama de ferramentas de escritório possui funções de servidor e aplicativos para produtividade e desenvolvimento de softwares. Considerado um dos sistemas mais fáceis de instalar e utilizar, inclui tradução para portugês do Brasil e suporte às plataformas Intel e 64 bits. Não é distribuido oficialmente através de mídias ou CDs, se você quiser obte-lo terá de procurar distribuidores independentes ou fazer o download dos 4 CDs através do site oficial.

SuSE:

O foco é o usuário com conhecimento técnico no Linux (programador, administrador de rede, etc.) e não o usuário iniciante no Linux.

Slackware

Distribuição desenvolvida por Patrick Volkerding, desenvolvida para alcançar facilidade de uso e estabilidade como prioridades principais. Foi a primeira distribuição a ser lançada no mundo e costuma trazer o que há de mais novo enquanto mantém uma certa tradição, provendo simplicidade, facilidade de uso e com isso flexibilidade e poder. Desde a primeira versão lançada em Abril de 1993, o Projeto Slackware Linux tem buscado produzir a distribuição Linux mais UNIX-like, ou seja, mais parecida com UNIX. O Slackware segue os padrões Linux como o Linux File System Standard, que é um padrão de organização de diretórios e arquivos para as distribuições. Enquanto as pessoas diziam que a Red Hat era a melhor distribuição para o usuário iniciante, o Slackware é o melhor para o usuário mais "velho", ou seja programadores, administradores, etc.

Interface Gráfica

Cada distribuição ou distro é dotada de uma ou mais interfaces gráficas. Ao contrário do Windows, no Linux podemos escolher a interface gráfica que mais nos convém em termos de beleza e facilidade de uso. Já existem cerca de 20 gerenciadores de janelas para o Linux. Dentre os mais populares podemos citar: Kde, Gnome, AfterStep, Enlightnment, WindowMaker, IceW, BlackBox, Fvwm90.

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O que é o Android? Sistema operacional personalizável e fácil de usar que move mais de um bilhão de dispositivos ao redor do mundo, desde smartphones e tablets a relógios, Tvs, carros e, em breve, ainda mais. Android 6.0 Marshmallow

Para desenvolver aplicativos para Android você precisa de um computador rodando o sistema operacional Windows, Linux ou Mac OS X. Isso mesmo o Android SDK é multiplataforma. Android

Na lista cinco opções para rodar o Android diretamente no Windows, permitindo o uso do sistema operacional da Google em seu computador. 5 programas para emular o Android no computador

Comandos do Linux 3 - cat, more e redirecionamento de entrada e saida

    Comandos Principais
  1. adalgisa@adalgisa-pc:~$ ls -l
  2. A
  3. Atalhos: ctrl + c procedimento para fechar o terminal de modo correto. Ao tentar fechar o terminal aparece uma mensagem.
    Fechar este terminal? Ainda há um processo sendo executado neste terminal. Fechar este terminal irá matá-lo.

  4. apropos: informa quais os comandos do Linux possuem, em sua definição, uma determinada expressão. É útil quando precisamos fazer alguma coisa mas não sabemos qual comando usar. Ele faz sua pesquisa nas páginas de manual existentes no sistema e lista os comandos/ programas que atendem a consulta. Para usar o comando apropos digite: apropos [descrição] Exemplo: Digitando apropos copy, será mostrado todos os comandos que tem a palavra copy em sua descrição (provavelmente os programas que copiam arquivos, mas podem ser mostrados outros também).

  5. ar: inclui/ atualiza/ extrai/ deleta arquivos de/ em um repositório de arquivos.
  6. atalho: para copiar do terminal: SHIFT + CTRL+ C e para colar use: SHIFT+ CTRL+ V.
  7. at: agenda tarefas a serem executadas pelo sistema.
  8. atq: lista as tarefas agendadas com o comando at.
  9. atrm: remove tarefas agendadas.
  10. awk: linguagem de processamento e procura de padrões.
  11. topo

    B
  12. bg - faz um programa, que está executando em primeiro plano, passar a executar em segundo plano.
  13. C
  14. clear: limpa a tela e posiciona o cursor no canto superior esquerdo do vídeo.

  15. cd: comando para "navegar" entre diretórios. Em outras palavras, para acessar uma determinada pasta. Se for digitado apenas cd e a tecla enter, a pasta inicial do usuário logado será acessada. Ou seja: /home/"nome_do_usuario" No Linux a pasta home contém as subpastas de cada usuário cadastrado no sistema. Você precisa ter a permissão de execução para entrar no diretório. Exemplos: Usando cd sem parâmetros ou cd ~, você retornará ao seu diretório de usuário (diretório home). cd /, retornará ao diretório raíz. cd -, retornará ao diretório anteriormente acessado. cd .., sobe um diretório. cd ../[diretório], sobe um diretório e entra imediatamente no próximo (por exemplo, quando você está em /usr/sbin, você digita cd ../bin, o comando cd retorna um diretório (/usr) e entra imediatamente no diretório bin (/usr/bin) adalgisa@adalgisa-pc:~$ cd Documentos abre o diretório Documentos. Se digitarmos adalgisa@adalgisa-pc:~/Documentos$ ls mensagem Ele retornará: coletânea com alguns de seus textos, que é o arquivo que está contido nessa pasta.

  16. cp comando para copiar um arquivo ou diretório para um outro local
  17. cal exibe um calendário simplificado.
  18. cat visualizar o conteúdo do arquivo.
  19. chfn: altera as informações apresentadas pelo utilitário finger.
  20. chgrp: altera o grupo de arquivos/diretórios.
  21. chmod: altera as permissões de acesso de arquivos/diretórios.
  22. chown: altera o dono e o grupo de arquivos/diretórios.
  23. chsh: altera o shell padrão do usuário.
  24. comandos do linux: explica o formato dos comandos do Linux.
  25. compress: compacta/ descompacta arquivos.
  26. 'console': interface do Linux com os usuários.
  27. cotas de disco: define a quantidade de espaço em disco que cada usuário pode usar.
  28. cp: copia arquivos e diretórios.
  29. crontab: agenda tarefas para serem executadas periodicamente.
  30. curingas: *, ? e [ ]
  31. cut: seleciona colunas de um arquivo txt ou da entrada padrão.
  32. cvs: aplicativo para gerenciamento de código-fonte.
  33. topo

    D
  34. date: permite ver ou modificar a Data e Hora do Sistema. Você precisa estar como usuário root para modificar a data e hora. Exemplo: home@home-pc:~$ date
    Sex Ago 26 09:12:27 BRT 2016

  35. dd: converte e copia um arquivo.
  36. depmod: produz arquivo contendo as dependências de módulo.

  37. df: mostra o espaço livre das partições. Exemplos: adalgisa@adalgisa-pc:~$ df
    Sist. Arq. 1K-blocos Usado Disponível Uso% Montado em
    udev 1959356 0 1959356 0% /dev
    tmpfs 395728 6272 389456 2% /run
    /dev/sda6 47930248 7571068 37901376 17% /

  38. diff: compara dois arquivos, em formato texto, linha a linha.
  39. DISPLAY: variável de ambiente que define onde a saída de uma aplicação gráfica deve aparecer.
  40. dmesg: mostra as mensagens da última inicialização do sistema.
  41. dnsdomainname: Mostra o nome do domínio de seu sistema.
  42. du: informações sobre o uso do disco.
  43. dvips: converte arquivo .dvi em .ps (PostScript).
  44. E
  45. echo echo -e "Essa cor é Azul claro -> \e[1;36mAZUL CLARO\e[00m"
    colocar cor na saída do comando echo. Muito bom para dar avisos de erro ou checagem pelo shell script.
    Códigos das cores: Preto 0;30 | Cinza 1;30 | Azul escuro 0;34 | Azul marinho 1;34 | Verde 0;32 | Verde claro 1;32 | Azul 0;36 | Azul claro 1;36 | Vermelho 0;31 | Vermelho claro 1;31 | Roxo 0;35 | Lilás 1;35 | Marrom 0;33 | Amarelo 1;33 | Cinza claro 0;37 | Branco 1;37

  46. exit: sair do terminal.
  47. export: comando do shell que permite configurar e compartilhar variáveis de ambiente entre diversos programas e bibliotecas acessados a partir do mesmo terminal.
  48. F
  49. fdformat: formatação de baixo nível em disquete.
  50. fdisk: aplicativo utilizado para particionar discos.
  51. fg: faz um programa, que está sendo executado em segundo plano (background), passar a ser executado em primeiro plano.
  52. file: determina o tipo do arquivo.
  53. find: pesquisa arquivos em uma hierarquia de diretórios.
  54. finger: exibe informações sobre um usuário.
  55. fortune: aplicativo que exibe uma citação aleatória.

  56. free: exibe a quantidade de memória livre/ usada no sistema. Opções: -b mostra o resultado em bytes. -k resultado em Kbytes. -m resultado em Mbytes. -o oculta a linha de buffers. -t mostra uma linha contendo o total. -s [num] mostra a utilização da memória a cada [num] segundos. O free é uma interface ao arquivo /proc/meminfo. Exemplo: adalgisa@adalgisa-pc:~$ free -b
    total used free shared buff/cache available
    Mem: 4052217856 1689853952 826028032 289681408 1536335872 1765842944
    Swap: 4094685184 0 4094685184

  57. fsck: verifica e repara um sistema de arquivos.
  58. fuser: identifica os processos que estão usando um determinado arquivo e/ ou diretório.
  59. G
  60. grep: procura padrões em um arquivo ou um texto dentro de um arquivo(s) ou no dispositivo de entrada padrão. grep [expressão] [arquivo] [opções] Onde: expressão palavra ou frase que será procurada no texto. Se tiver mais de 2 palavras você deve identifica-la com aspas " " caso contrário o grep assumirá que a segunda palavra é o arquivo onde será feita a procura.
    Opções
    -A [número] Mostra o [número] de linhas após a linha encontrada pelo grep.
    -B [número] [número] Mostra o [número] de linhas antes da linha encontrada pelo grep.
    -f [arquivo] Especifica que o texto que será localizado, está no arquivo [arquivo].
    -h, --no-filename Não mostra os nomes dos arquivos durante a procura.
    -i, --ignore-case Ignora diferença entre maiúsculas e minúsculas no texto procurado e arquivo.
    -n, --line-number Mostra o nome de cada linha encontrada pelo grep.
    -E Ativa o uso de expressões regulares.
    -U, --binary Trata o arquivo que será procurado como binário.
    Se não for especificado o nome de um arquivo ou se for usado um hífen -, grep procurará a string no dispositivo de entrada padrão. O grep faz sua pesquisa em arquivos texto. Use o comando zgrep para pesquisar diretamente em arquivos compactados com gzip, os comandos e opções são as mesmas.
  61. H
  62. head Mostra as linhas iniciais de um arquivo texto. head [opções] Onde: -c [numero] Mostra o [numero] de bytes do inicio do arquivo. -n [numero] Mostra o [numero] de linhas do inicio do arquivo. Caso não for especificado, o head mostra as 10 primeiras linhas. Exemplos: head teste.txt, head -n 20 teste.txt.

  63. help - exibe informações sobre um comando.
  64. hostname mostra ou muda o nome do computador na rede. adalgisa@adalgisa-pc:~$ hostname Ele retorna: adalgisa-pc
  65. history O comando history permite visualizar os últimos comandos executados pelo bash.
  66. hwclock - exibe ou modifica a data e a hora do relógio da máquina.
  67. topo

    I
  68. id - identifica os UIDs e GIDs efetivos e reais.
  69. ifconfig - configura uma interface de rede.
  70. init - processo de controle da inicialização do sistema.
  71. inode - identificador de diretório/arquivo em um sistema de arquivos.
  72. insmod - carrega módulos do kernel na memória do sistema.
  73. ipcrm - remove recurso ipc (inter-process communication).
  74. ipcs - fornece informações sobre recursos ipc (inter-process communication).
  75. ispell - ferramenta para correção ortográfica.
  76. J
  77. jobs - mostra os processos executando em segundo plano (background).
  78. K
  79. kernel - núcleo do Linux.
  80. kill - envia um determinado sinal a um processo em execução no sistema.
  81. kill comando para "matar" um processo travado por meio do PID que pode ser adquirido por meio do comando ps
  82. killall - envia um determinado sinal a um conjunto de processos que usam o mesmo nome.
  83. kudzu - ferramenta que detecta e configura dispositivos de hardware.
  84. L
  85. locate: localiza uma palavra na estrutura de arquivos/ diretórios do sistema. É útil quando queremos localizar onde um comando ou programa se encontra (para copia-lo, curiosidade, etc). Para fazer uma consulta com o locate usamos: locate [expressão] A expressão deve ser o nome de um arquivo diretório ou ambos que serão procurados na estrutura de diretórios do sistema. Como a consulta por um programa costuma localizar também sua página de manual, é recomendável usar "pipes" para filtrar a saída do comando (para detalhes veja | (pipe), Por exemplo, para listar os diretórios que contém o nome "cp": locate cp. Agora mostrar somente arquivos binários, usamos: locate cp|grep bin/ Exemplo de retorno:
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ locate Documentos
    /home/adalgisa/Documentos
    /home/adalgisa/Documentos/Antonio
    /home/adalgisa/Documentos/Livros
    /home/adalgisa/Documentos/MeuSite
    /home/adalgisa/Documentos/Sem título 1.odt
    /home/adalgisa/Documentos/mensagem
    Obs.: Aqui foram alguns exemplos. Nesse caso a lista foi imensa, porque ele abriu cada uma das pasta.

  86. login esse comando abre uma nova sessão de usuário e assume o perfil do usuário com todas as características associadas a ele. Obs: no Linux existem basicamente dois tipos de usuário: o usuário comum (user) e o administrador (root), que possui todas as permissões de leitura, escrita e execução no sistema.
  87. ls abre arquivos ou pastas de um determinado diretório, abaixo um exemplo:
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ls -l
    total 52
    -rw-rw-r-- 1 adalgisa adalgisa 0 Ago 5 18:04 ~$
    drwxr-xr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 19:53 Área de Trabalho
    drwxr-xr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 19:53 Vídeos
    drwxrwxr-x 3 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 20:32 workspace
    adalgisa@adalgisa-pc:~$
  88. lsmod - lista os módulos do kernel que estão carregados na memória.
  89. lsusb lista os periféricos que estão conectados na porta usb.
  90. topo

    M
  91. mkdir: Cria um diretório no sistema. Um diretório é usado para armazenar arquivos de um determinado tipo e pode ser entendido como uma pasta onde você guarda seus papeis (arquivos). Como uma pessoa organizada, você utilizará uma pasta para guardar cada tipo de documento, da mesma forma você pode criar um diretório vendas para guardar seus arquivos relacionados com vendas naquele local. Assim: nome@nome-pc:~$ mkdir Vendas Para acessar a pasta criada: nome@nome-pc:~$ ls

  92. mv comando para mover um arquivo ou diretório para um outro local
  93. N
  94. Nano é um editor para ser executado a partir de um terminal, sendo extremamente simples. Nano é um clone do antigo editor de texto Pico, o editor para o cliente de e-mail Pine, que foi muito popular lá pelos anos 90, em UNIX e sistemas do tipo UNIX. O Pine foi substituído pelo Alpine e o Pico pelo Nano, mas algumas coisas não mudaram e também a simplicidade de edição do Nano. Nano usa combinações muito simples de teclas para trabalhar com arquivos. Um arquivo é aberto ou iniciado com o comando: <nano nomedoarquivo> Onde <nomedoarquivo> é o nome do arquivo que você deseja abrir. Ou, se precisar editar um arquivo que somente o usuário root tem acesso, faça <sudo nano nomedoarquivo> Quando o arquivo estiver aberto no Nano, você verá uma pequena lista de exemplos de comando na parte inferior da janela do terminal. Todas as combinações de teclas para Nano começam com a tecla CTRL. Para executar um comando você deve manter a tecla CTRL pressionada e clicar na segunda tecla para executar a ação. As combinações mais comuns para Nano são:
    CTRL-x Sai do editor. Se você estiver no meio da edição de um arquivo, o processo de saída irá perguntar se você quer salvar seu trabalho.
    CTRL-R Ler um arquivo em seu arquivo de trabalho atual. Isso permite que você adicione o texto de outro arquivo enquanto trabalha dentro de um novo arquivo.
    CTRL-c Mostra a posição atual do cursor.
    CTRL-k 'recorta' o texto.
    CTRL-U 'cola' o texto.
    CTRL S Salva o arquivo e continua trabalhando.
    CTRL-T verifica a ortografia do seu texto.
    CTRL-w faz uma busca no texto.
    CTRL-a leva o cursor para o início da linha.
    CTRL-e leva o cursor para o fim da linha.
    CTRL-g mostra a ajuda do Nano.
    Existem muitos mais comandos para usar no Nano. Para ver a lista de comandos, use o comando CTRL-g.

  95. O P
  96. passwd - altera a senha de um usuário.
  97. permissão de acesso autorização para ler/ gravar/ executar um arquivo/ diretório do sistema.

  98. permissão octal Ao invés de utilizar os modos de permissão +r, -r, etc, pode ser usado o modo octal para se alterar a permissão de acesso a um arquivo. O modo octal é um conjunto de oito números onde cada número define um tipo de acesso diferente. É mais flexível gerenciar permissões de acesso usando o modo octal ao invés do comum, pois você especifica diretamente a permissão do dono, grupo, outros ao invés de gerenciar as permissões de cada um separadamente. Abaixo a lista de permissões de acesso octal:
    0 - Nenhuma permissão de acesso. Equivalente a -rwx.
    1 - Permissão de execução (x).
    2 - Permissão de gravação (w).
    3 - Permissão de gravação e execução (wx). Equivalente a permissão 2+1
    4 - Permissão de leitura (r).
    5 - Permissão de leitura e execução (rx). Equivalente a permissão 4+1
    6 - Permissão de leitura e gravação (rw). Equivalente a permissão 4+2
    7 - Permissão de leitura, gravação e execução. Equivalente a +rwx (4+2+1). mais informações...

  99. PID - número de identificação (ID) de um processo.
  100. ps igual ao top, também lista os processos que estão sendo executados, porém para "matar" o processo necessita pegar o número do PID e utiliza class= "rol-comandos"zar o comando kill
  101. pwd exibe o nome do diretório atual no qual estamos navegando. Abaixo o retorno no meu caso: adalgisa@adalgisa-pc:~$ pwd /home/adalgisa Obs. O diretório home guarda pasta pessoais de usuários. Assim: A pasta home guarda a pasta de uma pessoa chamada adalgisa.

  102. Q
  103. quota - fornece informações sobre o sistema de cotas.
  104. quotaoff - desabilita o sistema de cotas.
  105. quotaon - habilita o sistema de cotas.
  106. topo

    R
  107. rm -r remove arquivos.
    adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ ls
    certificas.png formiga.png
    adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ rm -v formiga.png
    removido 'formiga.png'
  108. rm remove arquivos/ diretórios. O rm do Linux permite especificar diversos arquivos que serão apagados (rm arquivo1 arquivo2 arquivo3). Para ser mostrados os arquivos apagados, deve-se especificar o parâmetro -v ao comando, e -i para pedir a confirmação ao apagar arquivos.
    adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ ls (para abrir o diretório imagens: ls)
    certificas.png images.png (em negrito, imagem que será apagada)
    adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ rm -r images.png (rm -r apaga a imagem) adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ ls (ls retorna ao diretório para verificar se o arquivo foi apagado) certificas.png (ficou apenas essa imagem)

  109. rmdir Remove um diretório do sistema. Este comando faz exatamente o contrário do mkdir. O diretório a ser removido deve estar vazio e você deve ter permissão de gravação para remove-lo.
  110. root: O usuário root é especial, (símbolo #). Ele pode criar usuários e administrar suas permissões. Ou seja é o administrador do sistema ou superusuário. No Ubuntu não há por padrão senha no usuário root. Para administrar o sistema é usado um comando chamado sudo. (Veja sudo) A conta root Esta seção foi retirada do Manual de Instalação da Debian. A conta root é também chamada de super usuário, este é um login que não possui restrições de segurança. A conta root somente deve ser usada para fazer a administração do sistema, e usada o menor tempo possível. Qualquer senha que criar deverá conter de 6 a 8 caracteres (em sistemas usando crypto) ou até frases inteiras (caso esteja usando MD5, que garante maior segurança), e também poderá conter letras maiúsculas e minúsculas, e também caracteres de pontuação. Tenha um cuidado especial quando escolher sua senha root, porque ela é a conta mais poderosa. Evite palavras de dicionário ou o uso de qualquer outros dados pessoais que podem ser adivinhados. Se qualquer um lhe pedir senha root, seja extremamente cuidadoso. Você normalmente nunca deve distribuir sua conta root, a não ser que esteja administrando um computador com mais de um administrador do sistema. Utilize uma conta de usuário normal ao invés da conta root para operar seu sistema. Porque não usar a conta root? Uma razão para evitar usar privilégios root é a facilidade de se cometer danos irreparáveis como root. Outra razão é que você pode ser enganado e rodar um programa Cavalo de Tróia -- que é um programa que obtém poderes do super usuário para comprometer a segurança do seu sistema sem que você saiba.
  111. rpm - gerenciador de pacotes da distribuição Red Hat.
  112. S
  113. sensors Lm-Sensors - Verifica a temperatura do computador. Com esse programa dá para saber os eventuais problemas de temperatura. Um dos softwares mais usados no mundo Linux é o lm-sensors. A instalação é feita facilmente com os comandos: sudo apt-get update
    sudo apt-get install lm-sensors
    depois de instalado pode ser configurado com o comando:
    sudo sensors-detect
    O comando irá perguntar quais módulos apresentados na BIOS deve ser monitorado. Responda "Yes" para todas as perguntas. Dificilmente ele trava em algum módulo. Finalmente poderá ser usado com o comando: sudo sensors Ele mostrará todas as informações que conseguiu obter dos módulos de sua BIOS. É bastante interessante tê-las no desktop para que fique de olho caso ocorra alguma mudança na temperatura da máquina.

  114. shell - interpretador de comandos do Linux.
  115. shutdown Desligar o computador
  116. shutdown -h now desligar o computador agora
  117. sudo su após digitar a senha todas as funções realizadas no terminal serão feitas como superusuário, prática não recomendada. Exemplo:nome@nome-pc:~$ sudo su
    [sudo] senha para adalgisa:
  118. sudo este comando serve para dar permissões de super usuário (Root) temporariamente para fazer coisas que apenas o usuário Root tem permissão e por isso o acesso é restrito e protegido por senha. O comando sudo é um dos mais utilizados. Basta digitar sudo e o comando ele vai pedir a senha do próprio usuário e não a senha de root.
  119. sudo groupadd -g 10 escritorio cria um grupo chamado escritório com um número de identificação 10
  120. sudo groupdel deleta o grupo denominado escritório
  121. sudo useradd sudo useradd #Adiciona um novo usuário a um grupo
  122. sudo useradd -g 10 /usuarios/ escritorio/ nome_do_usuario
  123. userdell exclui um determinado usuário
  124. sudo userdell -r nome_do_usuario a opção -r exclui o diretório do usuário
  125. sudo apt-get autoremove: remove programas que estão obsoletos
  126. su - executa um shell com substituição de usuário e grupo.
  127. sudo apt-get autoclean: limpa o cash do apt (apt é o cara que baixa coisas do repositório e armazena tudo em cash, assim sendo não é necessário baixar de novo, caso tenha sido desistalado por algum motivo.)
  128. sudo apt-get install -f: remove pacotes quebrados
  129. sistemas de arquivos - como os arquivos e os diretórios são organizados no Linux.
  130. sort - ordena as linhas de arquivos textos.
  131. stty - modifica e/ ou mostra as configurações de linhas de terminal.
  132. swap - partição do disco usada como memória auxiliar (área de troca).
  133. T
  134. tab: completa os comandos. Ex: fix tab firefox. Digitando somente f e apertando tab não acontece nada porque existem mais opções. Se apertar tab duas vezes aparecerá uma lista de opções. Abaixo alguns exemplos, porque a lista é grande. adalgisa@adalgisa-pc:~$ f factor filterdiff foo2zjs faillog find foo2zjs-icc2ps
  135. talk - permite conversa em tempo real entre dois usuários.
  136. time Tempo de execução de um comando -Para quem gostaria de saber, por exemplo, quanto tempo leva a execução de um comando como o ls, basta digitar: nome@nome-pc:~$ time ls
    Área de Trabalho Downloads Imagens Música teste workspace
    Documentos examples.desktop Modelos Público Vídeos
    real 0m0.026s
    user 0m0.000s
    sys 0m0.000s
  137. top exibe todos os processos que estão usando a cpu, em tempo real. Utilizado para “matar" um processo que está “travado"
  138. touch muda a data e a hora do último acesso/ modificação de um arquivo. Para criar um arquivo vazio:
    nome@nome-pc:~$ touch arquivotouch Retorno: arquivo vazio criado. nome@nome-pc:~$ Para visualizar o arquivo:
    nome@nome-pc:~$ ls -l arquivotouch Retorno: -rw-rw-r-- 1 adalgisa adalgisa 0 Ago 10 12:35 arquivotouch Se fizermos: nome@nome-pc:~$ cat arquivotouch ele retornará arquivo vazio: nome@nome-pc:~$ (Repare na data e hora de criação do arquivo em negrito. O zero (0) significa vazio) Para alterar a data e a hora do arquivo: nome@nome-pc:~$ cat arquivotouch
    nome@nome-pc:~$ touch -m -t 201604251200 arquivotouch
    nome@nome-pc:~$ ls -l arquivotouch
    -rw-rw-r-- 1 adalgisa adalgisa 0 Abr 25 12:00 arquivotouch
  139. tr - apaga ou altera caracteres.
  140. tree - apresenta, em formato de árvore, o conteúdo de um diretório.
  141. type - exibe o tipo de um arquivo.
  142. U
  143. UID - número de identificação do usuário para o kernel do Linux.
  144. umask - define as permissões que não estão disponíveis aos usuários do sistema.
  145. uname: exibe informações sobre o sistema. Retorno: linux
  146. uptime - diz há quanto tempo o sistema está funcionando. adalgisa@adalgisa-pc:~$ uptime Ele retornou:
    19:36:31 up 4:13, 1 user, load average: 0,21, 0,25, 0,24
  147. update: significa atualizar, modernizar, é utilizado para atualizar softwares, programas de computadores, jogos
  148. upgrade: “atualização” ou “melhoria”, normalmente utilizado para atualizar uma versão antiga para uma melhor ou mais recente
  149. useradd - cria um novo usuário.
  150. userdel - remove usuário e seus respectivos arquivos do sistema.
  151. usermod - modifica uma conta de usuário do sistema.
  152. users - mostra os usuários que estão atualmente conectados ao sistema.
  153. topo

    V
  154. variáveis de ambiente - conjunto de variáveis usadas para definir o ambiente de trabalho dos usuários do sistema.
  155. vigr - edita o arquivo /etc /group.
  156. vim - editor de textos em formato ASCII.
  157. vipw - edita o arquivo / etc/ passwd.
  158. visudo - edita o arquivo /etc /sudoers.
  159. who [OPTION] [FILE] [am i] W
  160. w - informa quais os usuários que estão conectados e o que eles estão executando.
  161. wc - conta linhas, palavras e caracteres de arquivos.
  162. whatis - mostra um resumo rápido sobre um ou mais comandos.
  163. whereis - lista as localizações de programas binários, fontes e documentações.

  164. who: Mostra quem está atualmente conectado no computador. Este comando lista os nomes de usuários que estão conectados em seu computador, o terminal e data da conexão. who [opções] onde opções:
    -H, --heading Mostra o cabeçalho das colunas.
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ who --heading Ele retorna:
    NOME LINHA HORÁRIO COMENTÁRIO
    adalgisa tty7 2016-08-16 15:23 (:0)

    -b, --boot Mostra o horário do último boot do sistema.
    -d, --dead Mostra processos mortos no sistema.
    -i, -u, --idle Mostra o tempo que o usuário está parado em Horas: Minutos.
    -m, i am Mostra o nome do computador e usuário associado ao nome. É equivalente a digitar who i am ou who am i.
    -q, --count Mostra o total de usuários conectados aos terminais.
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ who --count Ele retorna:
    adalgisa # usuários=1
    -r, --runlevel Mostra o nível de execução atual do sistema e desde quando ele está ativo.
    -T, -w, --mesg Mostra se o usuário pode receber mensagens via talk (conversação).
    + O usuário recebe mensagens via talk
    - O usuário não recebe mensagens via talk.
    ? Não foi possível determinar o dispositivo de terminal onde o usuário está conectado.

  165. whoami: Mostra o usuário atual. É útil quando você usa várias contas e não sabe com qual nome entrou no sistema
  166. X
  167. X ou X Window - é a interface gráfica (GUI) padrão do Linux.
  168. xhost - define quais máquina podem acessar o servidor X.
  169. xman - aplicativo gráfico de exibição da documentação do Linux para o sistema X Window.
  170. Y
  171. ------
  172. Z
  173. zgrep - procura padrões em um arquivo compactado.
  174. zip - compacta arquivos.
"Sou o que sou, pelo que nós somos" Ubuntu 16.04 LTS codinome Xenial Xerus. Em tradução livre, Xenial é um adjetivo que significa 'hospitaleiro' ou 'acolhedor'. Já a palavra Xerus faz referência a um esquilo típico da África do Sul, país natal de Mark Shuttleworth, fundador da Canonical, a empresa por traz do Ubuntu.

Aprenda Linux - Comandos básicos do Terminal para Ubuntu

Aprenda os comandos básicos do terminal Linux para usar no Ubuntu e em seus derivados. Como instalar programas, como remover programas, como atualizar o sistema e como corrigir pacotes quebrados além de outras dicas para o terminal Linux.

Os comandos básicos do Linux no terminal, assim como no Ubuntu, é comum para todas as distribuições que utilizam o kernel do Linux. Abaixo alguns nomes comuns encontrado para o acesso do terminal. Guia de comandos bash do Terminal para Linux

  1. Shell: (concha em inglês) é um programa com interface que permite a usuários de um sistema operacional acessar os serviços do Kernel. Isso normalmente é feito por linha de comando, pois se fosse por meio gráfico limitaria muito as opções possíveis. Fonte: Dicas de Bash
  2. Console
  3. Terminal de comando ou terminal

Para abrir pressione CTRL+ALT+T no teclado a tela do terminal será executada. Na tela de comandos aparecerá algo assim: nome@nome-pc:~$ (no meu caso). Onde nome é o nome do usuário do Sistema Operacional, o simbolo de @ é um separador para destinar o nome da máquina que no caso aqui é “nome” O sinal de “~” é um apelido para a pasta do usuário. Na aba comandos dessa página existem exemplos de comandos que podem ser utilizados em qualquer distribuição Linux:

Instalando programas

Vá ao terminal e digite: sudo apt-get install nome_do_programa Obs: o sudo indica que eu quero fazer essa ação como super usuário- ou usuário root e o apt-get é o gerenciador de pacotes. É ele que faz a conexão entre o computador e o servidor, ele faz baixar os programas e o comando install vai instalar esse pacote que está sendo baixado. O nome do programa é o nome do pacote. Exemplo se você quiser instalar o gimp, basta colocar o nome. na frente.

Desinstalando programas

Vá ao terminal e digite: sudo apt-get remove nome_do_programa O comando remove vai desisinstalar esse pacote (programa) que não interessa mais.

Atualizar o sistema

O comando é : sudo apt-get update Obs: O update faz a atualização dos repositórios e se por acaso tem um novo repositório que foi colocado por um ppa. (PPA são programas alternativos encontrados em blogs)

Execute comandos do Linux de qualquer computador pelo navegador.

Para quem deseja aprender os comandos usados no Shell/Bash do Linux sem precisar instalar o sistema operacional em sua máquina ou usar máquina virtual, agora é possível de qualquer navegador, executar e testar os comandos do Linux direto da internet através de um “Emulador de PC” criado por Fabrice Bellard. Fonte: http:// www.dicas para computador. com /comandos# ixzz4GYQnXlS2

Navegação no Terminal

Curso de Linux avançado Terminal 03 - Acessando arquivos com espaço no Terminal

Para acessar o diretório Documentos:
adalgisa@adalgisa-pc:~$ cd Documentos/
adalgisa@adalgisa-pc:~/Documentos$ ls (ele retornou com as pastas que estão dentro de Documentos)
Antonio arquivo arquivo.txt Livros mensagem MeuSite

O exemplo acima funcionou perfeitamente porque Documentos não tem espaço. Toda pasta que tiver espaço entre as palavras deve ser acessada utilizando a barra invertida \. Veja agora como ele retorna o exemplo abaixo:
adalgisa@adalgisa-pc:~$ cd Área de trabalho
bash: cd: Área: Arquivo ou diretório não encontrado

O resultado será diferente se for feito da seguinte forma:
adalgisa@adalgisa-pc:~$ cd Área\ de\ Trabalho/
adalgisa@adalgisa-pc:~/Área de Trabalho$ (ele retornou vazio, porque realmente não tem nenhum arquivo dentro; mas ele acessou)

Criando um arquivo de texto

Nano comando para editar e criar arquivos de texto. Simples de usar. No exemplo abaixo, dentro do diretório Documentos foi criada uma pasta usando o comando mkdir com o nome de aulaslinux. Dentro dessa pasta, usando o comando nano foi criado um arquivo com o nome primeiro-arquivo-texto.txt

adalgisa@adalgisa-pc:~$ cd Documentos
adalgisa@adalgisa-pc:~/Documentos$ mkdir aulaslinux
adalgisa@adalgisa-pc:~/Documentos$ cd aulaslinux
adalgisa@adalgisa-pc:~/Documentos/aulaslinux$ nano primeiro-arquivo-texto.txt

  • Obs: Nesse caso o Ubuntu usado é o 16.04 LTS (Xenial Xerus)
  • Abaixo, uma lista de comandos que podem ser utilizados no nano (também ficam no rodapé do programa):
  • (^ substituir o circunflexo pela tecla ctrl)
  • Comando Descrição
  • Ctrl+G Obter Ajuda / Help
  • Ctrl+X Sair da edição do arquivo
  • Ctrl+O Gravar (Salva o arquivo)
  • Ctrl+R Ler o arquivo
  • Ctrl+W Onde está? Localizar texto
  • Ctrl+\ Substiuir texto
  • Ctrl+K Recorta Texto
  • Ctrl+U Colar Texto
  • Ctrl+J Justifica o texto da linha atual
  • Ctrl+T Checagem ortográfica (se tiver plugins instalados)
  • Ctrl+C Posição atual (linha/ coluna)
  • Ctrl+- Ir p/ linha
  • Ctrl Y (F7) Vai uma tela acima
  • Ctrl V (F8) Vai uma tela abaixo

cat comando usado para mostrar o conteúdo de um arquivo texto, sem precisar abrir: cat arquivo.txt: Exemplo:
$ cat primeiro-arquivo-texto.txt
Nesse caso o resultado foi:
Meu nome é Adalgisa
Obs: O Ubuntu usado é o 16.04 LTS (Xenial Xerus)

history O comando history permite visualizar os últimos comandos executados pelo bash.

tail esse comando vai exibir as dez últimas linhas do arquivo. Pode-se também especificar o número de linhas que serão exibidas, ao invés das dez linhas que o comando adota como padrão:
nome@nome-pc:~$ tail /home/adalgisa/Documentos/aulaslinux/primeiro-arquivo-texto.txt
Abaixo exemplo de texto contido em primeiro-arquivo-texto.txt Ctrl+O Gravar (Salva o arquivo)
Ctrl+R Ler o arquivo
Ctrl+W Onde está? Localizar texto
Ctrl+\ Substiuir texto
Ctrl+K Recorta Texto
Ctrl+U Colar Texto
Ctrl+J Justifica o texto da linha atual
Ctrl+T Checagem ortográfica (se tiver plugins instalados)
Ctrl+C Posição atual (linha/ coluna)
Ctrl+- Ir p/ linha

sensors Comando que verifica a temperatura do computador. Para instalar digite: sudo apt install lm-sensors

Compressão de Arquivos

como funciona

A compressão de dados é o ato de reduzir o espaço ocupado por dados num determinado dispositivo. Essa operação é realizada através de diversos algoritmos de compressão, reduzindo a quantidade de Bytes para representar um dado, sendo esse dado uma imagem, um texto, ou um arquivo (ficheiro) qualquer.

Comprimir dados destina-se também a retirar a redundância, baseando-se que muitos dados contêm informações redundantes que podem ou precisam ser eliminadas de alguma forma. Essa forma é através de uma regra, chamada de código ou protocolo, que, quando seguida, elimina os bits redundantes de informações, de modo a diminuir seu tamanho nos ficheiros. Por exemplo, a sequência "AAAAAA" que ocupa 6 bytes, poderia ser representada pela sequência "6A", que ocupa 2 bytes, economizando 67% de espaço.

Além da eliminação da redundância, os dados são comprimidos pelos mais diversos motivos. Entre os mais conhecidos estão economizar espaço em dispositivos de armazenamento, como discos rígidos, ou ganhar desempenho (diminuir tempo) em transmissões.

Embora possam parecer sinônimos, compressão e compactação de dados são processos distintos. A compressão, como visto, reduz a quantidade de bits para representar algum dado, enquanto a compactação tem a função de unir dados que não estejam unidos. Um exemplo clássico de compactação de dados é a desfragmentação de discos. Fonte: Wikipédia.

  • Procedimentos para comprimir arquivos:
  • adalgisa@adalgisa-pc:~$ cd Imagens (abre o diretório Imagens)
  • adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ ls (Verifica os arquivos)
  • certificas.png download.png (download.png: arquivo que será comprimido)
  • adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ tar -cvzf download.png.tar.gz download.png (sintaxe para comprimir arquivos)
  • download.png
  • adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ ls (Verifica os arquivos depois da compressão)
  • certificas.png download.png download.png.tar.gz (em negrito arquivo depois de comprimido)
  • Procedimentos para Extrair arquivos:
  • adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ rm download.png (remove o arquivo original)
  • adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ ls
  • certificas.png download.png.tar.gz
  • adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ tar -xvzf download.png.tar.gz (sintaxe para descomprimir arquivos)
  • download.png
  • adalgisa@adalgisa-pc:~/Imagens$ ls
  • certificas.png download.png download.png.tar.gz em negrito arquivo depois de descomprimido)
  • Procedimentos para comprimir arquivos usando rar
  • Para quem trabalha com Windows pode comprimir em rar. O suporte a este comando deverá ser instalado já que ele não é nativo nas distribuições Linux. Para instalar utilize o comando abaixo:
  • sudo aptitude install rar unar
  • Para compactar: rar a arquivo.tar (Diretório ou Arquivo a Ser Comprimido)
  • rar a Arquivo.tar Arquivo1.txt Arquivo2.jpg Arquivo3.xml
  • Para descomprimir: unrar x Arquivo.rar

Inglês técnico



A
  • B
  • By prep.: por, através, até, por intermédio de, junto a, por via, perto de, antes, ao lado de, dividido por adj.: perto adv.: perto
  • Boot subs. e verbo: bota, pontapé, demissão, mala de automóvel
  • C
  • Copy subs.: cópia, reprodução, exemplar, impresso. verbo: copiar, imitar, reproduzir transcrever.
  • D
  • Down abaixo, para baixo
  • E
  • Echo subs.: eco verbo: ecoar, ressoar, repercutir
  • Entitled adj.: intitulado
  • F
  • Fix: fixar, consertar, resolver, decidir, estabelecer, arranjar, determinar, ajustar, firmar
  • G
  • Granted adj. reconhecido, permitido, admitido
  • H
  • I
  • J
  • K
  • L
  • M
  • N
  • O
  • P
  • Patch subs.: remendo, emplastro, trecho, fragmento, esparadrapo, mosca verbo: remendar, alinhavar às pressas, arranjar improvisar, juntar sem cuidado
  • Proxy subs.: procuração, procurador, representante, mandato adj.:fiducial, fiduciário
  • Published adj. publicado
  • Q
  • R
  • S
  • Slots subs.: ranhura, abertura, fresta, fenda para moedas
  • T
  • U
  • Under prep.: em, debaixo, embaixo, por baixo, inferior, menor. adv.: embaixo, por baixo. adj.: inferior
  • V
  • W
  • Would seria
  • X
  • Y
  • Z
  • topo

    Linux para Concurso - Aula 01

    Resolução de exercícios linux

    Git é um sistema de controle de versão de arquivos. Através deles podemos desenvolver projetos na qual diversas pessoas podem contribuir simultaneamente no mesmo, editando e criando novos arquivos e permitindo que os mesmos possam existir sem o risco de suas alterações serem sobrescritas. Se não houver um sistema de versão, o caos entre duas pessoas abrindo o mesmo arquivo ao mesmo tempo. Uma das aplicações do git é justamente essa, permitir que um arquivo possa ser editado ao mesmo tempo por pessoas diferentes. Por mais complexo que isso seja, ele tenta manter tudo em ordem para evitar problemas para nós desenvolvedores. O que é git?

    Guia prático para trabalhar com o GitHub (Parte 01)

    Conheça o GitHub e os principais conceitos de controle de versão de código e entenda como times de desenvolvedores de software conseguem programar juntos de forma remota, eficiente, organizada e segura.

    Este é um guia para iniciantes. Nosso objetivo é ensiná-lo como utilizar um sistema de controle de versão, habilitando você a colaborar em projetos disponibilizados no GitHub. Nesta primeira parte veremos como instalar um cliente (GitHub Desktop), baixar o código de um repositório remoto para sua máquina e como subir um projeto seu para o GitHub.

    Mas, o que é mesmo um sistema de controle de versão? Bom, imagine a seguinte situação: você está desenvolvendo um programa e finalmente conseguiu fazê-lo rodar. Muito bom! Mas ainda falta incluir mais alguns recursos ao código e ao fazer isso você quebra o seu programa. Putz! E agora? Bem, você acabou de fazer a mudança então deve se lembrar do que você adicionou ao código-fonte e ao comentar esse trecho ele voltará a funcionar, certo? Nem sempre. Pode ser que a mudança que gerou o erro não seja exatamente o trecho de código que você imaginou, pode ser que o problema esteja em outro arquivo ou ainda o problema pode ter sido introduzido por outra pessoa que trabalha com você no mesmo projeto. O que fazer neste caso? Será que temos que salvar um backup de todo o programa toda vez que ele estiver funcionando, e como gerenciar estes backups?

    Um sistema de controle de versão é justamente um software que irá cuidar da gestão das várias versões do seu programa, ou melhor, das várias versões dos arquivos que compõem o seu programa. Isso facilitará muito a sua vida, principalmente conforme a complexidade do seu programa aumenta assim como o tamanho da sua equipe. Desta forma, sempre que um problema acontecer será possível retroagir para uma versão anterior do programa para fazê-lo voltar a funcionar e auditar as alterações realizadas a partir daquele ponto para descobrir qual mudança faz o programa parar de funcionar. Além disso, um sistema de controle de versão é um dos elementos centrais para a adoção de uma prática muito importante da qual podemos falar futuramente: integração continua.

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    HISTÓRICO E CONCEITOS

    Sistemas de controle de versão não são novidade. Eles existem desde a década de 70 e muitos sistemas operacionais como o OS X já trazem um sistema desses embutido. No entanto, ainda hoje, é comum vermos pessoas programando sem versionar código, mesmo em empresas grandes, e isso é terrível pois expõem os produtos destas empresas a problemas que poderiam ser facilmente evitados como, por exemplo, não saber onde está a última versão oficial do código-fonte do produto.

    Existem dezenas de sistemas de controle de versão, tanto em software livre quanto proprietário. Alguns dos mais famosos são: Concurrent Versions System (CVS), Subversion (SVN), Visual SourceSafe (VSS), Rational ClearCase e Git.

    Git

    Git foi desenvolvido por Linus Torvalds, o criador do Linux, em 2005 para substituir o sistema de controle de versão que eles utilizavam anteriormente devido a acusação de que um dos desenvolvedores havia feito engenharia reversa do protocolo proprietário do sistema. Linus resolveu desenvolver um novo sistema para utilizar no desenvolvimento do Linux pois ele considerou que os sistemas livres existentes não atendiam os requisitos que ele havia definido. Mas se existem tantos sistemas, por que dedicar este guia ao Git?

    Na verdade este guia é dedicado ao serviço GitHub que veremos logo em seguida. Mas falando especificamente do Git ele se tornou um dos sistemas de controle de versão preferido dos desenvolvedores devido às suas características: não depender de um servidor central, dar ênfase à velocidade e integridade dos dados e potencializar o trabalho paralelo. Praticamente todas as ferramentas de desenvolvimento dão suporte ao Git nativamente ou por meio de plug-ins: Android Studio, Eclipse, NetBeans, Visual Studio, Xcode etc.

    Mas mesmo que você venha a trabalhar futuramente com outro sistema de versão, mais importante do que aprender a utilizar o Git é adquirir o hábito de utilizar um sistema de controle de versão. Mesmo porque os conceitos básicos se aplicam a todos eles mudando apenas os comandos ou detalhes de implementação.

    GitHub

    O GitHub é um serviço de hospedagem de repositórios Git disponível gratuitamente. Por meio dele você pode compartilhar o desenvolvimento de um projeto com desenvolvedores do mundo todo e ainda contar com alguns componentes de rede social e wiki para interagir, divulgar e documentar seu software.

    Conceitos do Git

    Conceitos básicos:

    Branch: (ramificações e marcações) Num sistema moderno de controle de versões é possível quebrar a linha do desenvolvimento em mais de um caminho. Isso pode ser chamado de ramificação (ramo), braços ou em inglês branches. Isso é muito útil quando se conquista uma versão estável dos documentos (ou software) ou quando se quer fazer uma tentativa "não convencional" fora do ramo principal. ramificação do projeto, cada branch representa uma versão do seu projeto e podemos seguir uma linha de desenvolvimento a partir de cada branch.

    Commit: coleção de alterações realizadas, é uma espécie de checkpoint, sempre que necessário você pode retroceder até algum commit existente.

    Clone: cópia local de todos os arquivos de um repositorio git.

    Fork: uma bifurcação do projeto, uma cópia do projeto existente para seguir uma nova direção.

    Master: branch padrão de um repositório Git.

    Merge: (ou mesclagem) consiste na aglutinação ou fusão, automática de versões através da comparação entre elas, quando há um conflito de edições simples. Em outras palavras é a capacidade de incorporar alterações do git, quando acontece uma junção de diferentes branches.

    Pull: puxa as alterações do repositório remoto.

    Push: empurra as suas alterações para o repositório remoto.

    Repository: local no Sistema onde fica armazenado todas as versões, desde a primeira até a última. Cada sistema geralmente pode ter mais de um repositório.

    Tutorial Básico - Gitcola no Elementary (GITHUB)

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    write down a command-line to see the help text that matches each argument

    Compressor de PDF Reduza o tamanho do seu PDF online

    Linux Lite

    Como o próprio nome sugere, Linux Lite é uma distribuição Linux peso pena que não precisa de um super hardware, ou seja, ela pode ser usada facilmente em computadores mais antigos.

    Emulador de Linux -Online

    Revolution OS - Documentário sobre GNU/Linux - Legendado em PT-BR

    Revolution OS é um documentário do ano de 2001 que trata da história de 20 anos da GNU, Linux, open source, e do movimento software livre. Dirigido por J. T. S. Moore, o filme mostra entrevistas com os proeminentes hackers e empresários incluindo Richard Stallman, Michael Tiemann, Linus Torvalds, Larry Augustin, Eric S. Raymond, Bruce Perens, Frank Hecker e Brian Behlendorf

    LibreOffice

    Navegando pelo Terminal

    Como utilizar o terminal linux do ubuntu (este) Comandos Básicos Linux 02 - touch, cut, timestamp

    Pressione CTRL+ALT+T no teclado, para abrir o terminal, onde aparecerá algo assim: nome@nome-pc:~$ (no meu caso). Onde nome é o nome do usuário do Sistema Operacional, o simbolo de @ é um separador para distiguir o nome da máquina que no caso aqui é “nome” O sinal de ~ é um apelido para a pasta do usuário. O # aparece quando você está logado como root, e o $ aparece quando está logado como usuario comum. Abaixo alguns exemplos de comandos e o resultado obtido. Na aba comandos no menu do topo da página existem exemplos de comandos que podem ser utilizados em qualquer distribuição Linux:

    Alguns comandos são básicos para navegar pelo terminal. Abaixo uma pequena lista:

    cd (entra em uma pasta ou diretório)

    nome@nome-pc:~$ cd
    cd comando para entrar em um diretório ou pasta conforme é chamado. Exemplo: nome@nome-pc:~$ cd Documentos.
    nome@nome-pc:~$ cd /home/usuario/Documentos Acessa a pasta "Documentos" indicando o caminho completo (colocar / antes do primeiro diretório significa que indicamos o caminho completo, a partir da raiz)
    nome@nome-pc:~$ cd Documentos/Livros Acessar a pasta "Livros" que está dentro de "Documentos" que está no diretório atual.
    Abaixo uma demonstração do conteúdo da pasta livros, através do comando ls
    adalgisa@adalgisa-pc:~/Documentos$ cd Livros
    adalgisa@adalgisa-pc:~/Documentos/Livros$ ls
    ACausaSecreta-MA.pdf
    a_privataria_tucana_-_amaury_ribeiro_jr1.pdf
    bemvindanora.rtf
    DesenhandoComOLadoDireitoDoCerebro.pdf
    Getting Started with Ubuntu 16.04.pdf
    J.-carvalho-branco-crimes-de-guerra-no-vietname.rtf
    Livros
    o-maior-segredo-david-icke.pdf
    O Sequestro da America - Charles H. Ferguson.pdf.crdownload
    Os-Miseraveis-Victor-Hugo (1).pdf
    Parceria Brasil Rússia.pdf
    policaexterna.pdf

    ls (mostra os diretórios ou pastas)

    nome@nome-pc:~$ ls
    ls esse comando mostra os diretórios ou pastas como são chamados
    ~$ arquivotouch Imagens pasta01 workspace
    Área de Trabalho Documentos Modelos Público
    arq4.save Downloads Música teste
    arq4.save.1 examples.desktop Olá mundoclear Vídeos
    ls Documentos Para ver o que tem dentro de uma pasta ls e o nome da pasta (Lembre-se que o Linux é case sensitive)
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ls Documentos
    Antonio coletânea com alguns de seus textos.eml Livros mensagem
    Para voltar para a pasta anterior
    nome@nome-pc:~$ cd Imagens
    nome@nome-pc:~/Imagens$
    nome@nome-pc:~/Imagens$ ls
    certificas.png
    nome@nome-pc::~/Imagens$ cd ..

    nome@nome-pc:~$ ls -1 / home

    nome@nome-pc:~$ ls -1 / home
    ls comando
    -1 opção de comando sendo precedido por um hífen
    /home argumento que depende do comando que será digitado, seria um argumento passado ao comando ls com opção -l.
    No final tecla-se enter, que indica para o shell que ele deve executar o comando que foi digitado. No meu caso o resultado foi: dev, etc, home, initrd.img, initrd.img.old, lib, lib64, lost+found, media, mnt, opt, proc, root, run, sbin, snap, srv, sys, tmp, usr, var, vmlinuz, vmlinuz.old

    nome@nome-pc:~$ ls -l

    nome@nome-pc:~$ ls -l
    total 52
    -rw-rw-r-- 1 adalgisa adalgisa 0 Ago 5 18:04 ~$
    drwxr-xr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 19:53 Área de Trabalho
    drwxr-xr-x 5 adalgisa adalgisa 4096 Ago 9 13:16 Documentos
    drwxr-xr-x 4 adalgisa adalgisa 4096 Ago 9 18:09 Downloads
    -rw-r--r-- 1 adalgisa adalgisa 8980 Jul 23 19:36 examples.desktop
    drwxr-xr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Ago 8 19:51 Imagens
    drwxr-xr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 19:53 Modelos
    drwxr-xr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 19:53 Música
    drwxrwxr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Ago 6 21:29 Olá mundoclear
    drwxr-xr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 19:53 Público
    drwxr-xr-x 2 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 19:53 Vídeos
    drwxrwxr-x 3 adalgisa adalgisa 4096 Jul 23 20:32 workspace
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ^C

    nome@nome-pc:~$ ls -1

    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ls -1
    ~$
    Área de Trabalho
    Documentos
    Downloads
    examples.desktop
    Imagens
    Modelos
    Música
    Olá mundoclear
    Público
    Vídeos
    workspace
    adalgisa@adalgisa-pc:~$

    ls -a (Lista arquivos ocultos)

    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ls -a
    A opção do comando ls -a permite listar arquivos ocultos também. Todo arquivo que tem • (ponto) e • • (ponto ponto) são arquivos ocultos. Poderia combinar as opções ls -la Nesse caso ele combina arquivos ocultos com listagem longa. Obs. A entrada • • se referente ao diretório pai do diretório atual. E a entrada com um • significa o próprio diretório atual.
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ls -i
    -i O parâmetro -i no comando ls serve para visualizar os inodes de cada arquivo. (Números que aparecem na frente do nome do arquivo)
    539104 ~$ 529580 examples.desktop 540942 Olá mundoclear
    525109 Área de Trabalho 525298 Imagens 525194 Público
    525195 Documentos 525118 Modelos 526083 Vídeos
    525117 Downloads 525297 Música 532780 workspace
    Outros exemplos:
    nome@nome-pc:~$ ls -o mostra o formato longo sem a coluna de grupos.
    nome@nome-pc:~$ ls -lr lista o conteúdo de forma reversa. Da última até a primeira letra do alfabeto.
    nome@nome-pc:~$ ls -lar mostra os arquivos ocultos.
    nome@nome-pc:~$ ls pwd mostra o diretório corrente (O retorno aqui foi: /home/adalgisa)
    nome@nome-pc:~ vai direto para o diretório padrão do usuário. O retorno aqui foi: bash: /home/adalgisa: É um diretório
    nome@nome-pc:~$ cd .. O retorno aqui foi: adalgisa@adalgisa-pc:/home$
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ cd /etc/apt
    adalgisa@adalgisa-pc:/etc/apt$ ls
    apt.conf.d sources.list sources.list.save trusted.gpg~
    preferences.d sources.list.d trusted.gpg trusted.gpg.d
    adalgisa@adalgisa-pc:/etc/apt$

    ls --color (coloca cor em cada grupo de pastas e arquivos)

    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ls --color
    ~$ arquivotouch Imagens pasta01 workspace
    Área de Trabalho Documentos Modelos Público
    arq4.save Downloads Música teste
    arq4.save.1 examples.desktop Olá mundoclear Vídeos
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ^C
    adalgisa@adalgisa-pc:~$
    Faça o teste e veja a cor de cada grupo de pastas e arquivos
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ls --color /bin
    bash fusermount networkctl stty
    bunzip2 getfacl nisdomainname su
    busybox grep ntfs-3g sync
    bzcat gunzip ntfs-3g.probe systemctl
    bzcmp gzexe ntfs-3g.secaudit systemd
    bzdiff gzip ntfs-3g.usermap systemd-ask-password
    bzegrep hciconfig ntfscat systemd-escape

    touch (Cria um arquivo vazio)

    nome@nome-pc:~$ touch arquivotouch
    Criar um arquivo vazio nome@nome-pc:~$ touch arquivotouch
    Retorno: arquivo vazio criado. nome@nome-pc:~$
    Para visualizar o arquivo nome@nome-pc:~$ ls -l arquivotouch
    -rw-rw-r-- 1 adalgisa adalgisa 0 Ago 10 12:35 arquivotouch
    Se fizermos: nome@nome-pc:~$ cat arquivotouch ele retornará arquivo vazio: nome@nome-pc:~$ (Repare na data e hora de criação do arquivo em negrito. O zero (0) significa vazio)
    Para alterar a data e a hora do arquivo: nome@nome-pc:~$ cat arquivotouch
    nome@nome-pc:~$ touch -m -t 201604251200 arquivotouch
    nome@nome-pc:~$ ls -l arquivotouch
    -rw-rw-r-- 1 adalgisa adalgisa 0 Abr 25 12:00 arquivotouch

    mkdir (cria um diretório, pasta)

    nome@nome-pc:~$ mkdir Receitas
    mkdir cria um diretório (pasta como é chamado) Assim: nome@nome-pc:~$ mkdir pasta01
    Para acessar a pasta criada: nome@nome-pc:~$ ls

    free (verifica a memória)

    nome@nome-pc:~$ free
    total used free shared buff/cache available
    Mem: 3957244 1959900 333660 353464 1663684 1341476
    Swap: 3998716 0 3998716
    nome@nome-pc:~$ free -g (verifica a memória em gigabytes. Se quiser em mega colocar -m e em byte -b)
    total used free shared buff/cache available
    Mem: 3 1 0 0 1 1
    Swap: 3 0 3

    df -hi (verifica o espaço em disco)

    nome@nome-pc:~$ df -hi
    df -hi Para verificar o espaço em disco e a quantidade de inodes nos File Systems.
    Sist. Arq. Inodes IUsado ILivr IUso% Montado em
    udev 479K 541 478K 1% /dev
    tmpfs 484K 749 483K 1% /run
    /dev/sda6 3,0M 248K 2,7M 9% /
    tmpfs 484K 91 483K 1% /dev/shm
    tmpfs 484K 5 484K 1% /run/lock
    tmpfs 484K 16 484K 1% /sys/fs/cgroup
    tmpfs 484K 27 484K 1% /run/user/1000

    df -h (verifica o espaço em GB)

    adalgisa@adalgisa-pc:~$ df -h
    df -h O parâmetro -h no comando df serve para verificar o espaço em GB:
    Sist. Arq. Tam. Usado Disp. Uso% Montado em
    udev 1,9G 0 1,9G 0% /dev
    tmpfs 387M 6,2M 381M 2% /run
    /dev/sda6 46G 7,0G 37G 16% /
    tmpfs 1,9G 60M 1,9G 4% /dev/shm
    tmpfs 5,0M 4,0K 5,0M 1% /run/lock
    tmpfs 1,9G 0 1,9G 0% /sys/fs/cgroup
    tmpfs 387M 48K 387M 1% /run/user/1000
    adalgisa@adalgisa-pc:~$ ^C
    Glossário Linux

    A

    Account Name
    (N.T.: Nome de Conta) O mesmo que Login ID, User ID ou User Name. O nome atribúido a um usuário em um sistema UNIX/Linux. Múltiplos usuários podem ser criados em um sistema com nomes de conta únicos, cada um com níveis de acesso (permissões) variados. Após a instalação do Linux, nomes de contas são atribuídos pelo Superusuário, ou operador root.
    Archive
    (Arquivo) - Um único e grande arquivo que contém múltiplos arquivos, geralmente compactado para economiza espaço de armazenamento. Geralmente criado para facilitar a transferência entre computadores. Formatos de arquivamento populares incluem o ARJ, TAR, ZIP e ZOO. Também é usado para designar a criação de um arquivo deste tipo.
    ARJ
    Uma ferramenta de compactação/arquivamento de arquivos popular, disponível no UNIX/Linux, DOS/Windows, e outros sistemas operacionais. Arquivos compactados desta maneira normalmente tem extensão .arj ou .ar.
    Arquivo
    Quanto ao tipo, um arquivo pode ser de texto ou binário: texto Seu conteúdo é compreendido pelas pessoas. Um arquivo texto pode ser uma carta, um script, um programa de computador escrito pelo programador, arquivo de configuração, etc. binário Seu conteúdo somente pode ser entendido por computadores. Contém caracteres incompreensíveis para pessoas normais. Um arquivo binário é gerado através de um arquivo de programa (digitado pela pessoa que o criou, o programador) através de um processo chamado de compilação. Compilação é basicamente a conversão de um programa em linguagem humana para a linguagem de máquina.

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    B

    Background Process
    (Processo em Segundo Plano) - Um programa que está sendo executado sem entrada do usuário. Vários processos em segundo plano podem estar sendo executados em um sistema operacional multitarefa, como o UNIX/Linux, enquanto o usuário está interagindo com o processo de primeiro plano (por exemplo, entrada de dados). Alguns processos de segundo plano -- daemons, por exemplo --, nunca pedem entrada de dados do usuário. Outros estão em segundo plano meramente enquanto o usuário está ocupado com o programa que está sendo executado em primeiro plano atualmente.
    Bash
    É um dos vários shell’s disponíveis em diversas distribuições linux, em algumas sendo o padrão. O Bash, o nome é um trocadilho para homenagear Stephen Bourne, foi desenvolvido para uso no projeto GNU, criado por Richard Stallman, da Free Software Foundation (FSF), com o propósito de desenvolver um sistema operacional compatível com o Unix e substituir todos os seus utilitários comerciais por utilitários distribuídos gratuitamente. O Bash, como shell – padrão do sistema GNU, nasceu oficialmente em 10 de janeiro de 1988. Modos de Operação do Bash Interativo – O prompt é exibido, indicando que o shell está aguardando comandos digitados pelo usuário.
    Não – Interativo: São utilizados arquivos de comandos (scripts) criados pelo usuário para serem executados na ordem encontrada no arquivo de script.
    Restrito: Modo de operação na qual o Bash atua em ambiente mais controlado do que o padrão. Uma característica interessante do Bash é que ele possui a função de auto-completar os nomes de comandos que foram digitados via entrada padrão. Isso é feito pressionando-se a tecla TAB; o comando é completado e acrescentando um espaço. Funciona perfeitamente para comandos internos, caso o comando não seja encontrado, o Bash emite um beep.
    Bin
    Um diretório contendo programas executáveis, principalmente arquivos binários.
    Binaries
    (Binários) Código fonte que foi compilado em programas executáveis. No mundo UNIX/World, alguns programas são distribuídos somente como código fonte, outros pacotes incluem tanto fontes quanto binários, enquanto outros ainda são distribuídos somente na forma binária.
    Boot Disk
    (Disco de Boot) Um disquete (floppy) contendo o suficiente de um sistema operacional (como o Linux) para bootar (inicializar) um computador e executar alguns programas essenciais na linha de comando. Este tipo de disco pode ser necessário se o sistema não pode ser inicializado por alguma razão. Um disco de boot pode ser usado para particionar e formatar o disco rígido, recuperar o Master Boot Record, ou copiar arquivos específicos, entre outras coisas.
    Bot
    Abreviação para Robot. Um programa projetado para procurar informações na Internet com pouca intervenção humana.

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    C

    CGI
    (Common Gateway Interface) - Usada em servidores Web para transmitir dados entre scripts e/ou aplicações e então retornar os dados para a página Web ou browser. Scripts CGI são geralmente criados com a linguagem Perl, e podem gerar conteúdo Web dinâmico (incluindo cestas de compras de e-commerce, grupos de discussão, formulários de pesquisas, notícias atualizadas, etc.).
    CHS
    (Cylinder/Head/Sector - Cilindro/Cabeça/Setor) - Informações de disco solicitadas pelo FDISK durante o particionamento de discos.
    Client
    (Cliente) - Uma máquina que solicita serviços (e-mail, por exemplo) de um servidor.
    COLA
    Uma maneira abreviada de se referir ao newsgroup da Internet comp.os.linux.announce, em que matérias relacionadas ao Linux são anunciadas.
    Command Line Interface
    (CLI -- Interface de Linha de Comando) - uma sessão modo texto em full-screen ou em uma janela, em que o usuário executa programas escrevendo comandos com ou sem parâmetros. O CLI mostra a saída do sistema operacional ou programa e fornece um prompt de comadno para a entrada do usuário.
    Command Prompt
    O termo DOS/Windows e OS/2 para a parte da linha de comando em que o usuário escreve comandos (veja também Shell Prompt).
    Compile
    (Compilar) - Transformar código fonte de um programa em um programa executável.
    Compiled Language
    (Linguagem Compilada) - Uma linguagem que exige um programa compilador para transformar o código fonte de uma linguagem de programação em um programa binário executável em linguagem de máquina. Após compilado uma vez, o programa pode ser executado novamente a partir de sua forma binária sem precisar ser compilado novamente. Liguagems/programas compilados tendem a ser mais rápidos que linguagens interpretadas ou de p-code, mas exigem compiladores (que podem ser caros), e geralmente são mais difíceis de programar que linguagens interpretadas e de p-code. Exemplos de linguagens compiladas são o C e C++, COBOL e FORTRAN.
    Compiler
    (Compilador) - Um programa usado para transformar código fonte em um programa executável.
    Console Application
    (Aplicação de Console) - Um programa de linha de comando que não exige (ou talvez nem ofereça) uma interface gráfica para ser executado.

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    D

    Daemon
    Um processo de segundo plano do sistema operacional que normalmente possui níveis de segurança de nível de root. Um daemon geralmente fica aguardando em segundo plano até que algo dispara sua atividade, como uma data ou hora específica, um intervalo de tempo, a chegada de um e-mail, etc.
    Desktop
    A interface de usuário do sistema operacional, que é projetada para representar uma mesa de escritório com objetos. Em vez de telefones físicos, lâmpadas, caixas de entrada/saída, etc., o desktop do sistema operacional usa ícones de programas e dados, janelas, barras de tarefas, e assim por diante. Existem muitos ambientes de desktop diferentes disponíveis para o Linux, incluindo o KDE, o GNOME, e o X11, que podem ser instalados por um usuário (veja também GUI, Window Manager e X Window System).
    Device Driver
    Um programa que serve de intermediário entre o sistema operacional e um dispositivo (portas, driver, monitores, impressoras, etc.) informando ao sistema operacional quais funcionalidades o dispositivo tem e traduzindo os comandos do sistema operacional em instruções que o dispositivo entende.
    Distribution
    (Distribuição) - Um pacote do kernel Linux (núcleo) com várias interfaces de usuário, utilitários, drivers, e outros softwares em um pacote para o usuário. Geralmente disponível como um donwload gratuito ou um pacote de CD-ROM barato. Distribuições populares incluem o Caldera OpenLinux, CoreLinux, Debian, Red Hat, Slackware, SuSE, TurboLinux e outras.
    Diretório Raíz
    Este é o diretório principal do sistema. Dentro dele estão todos os diretórios do sistema. O diretório Raíz é representado por uma "/", assim se você digitar o comando cd / você estará acessando este diretório. Nele estão localizados outros diretórios como o /bin, /sbin, /usr, /usr/local, /mnt, /tmp, /var, /home, etc. Estes são chamados de sub-diretórios pois estão dentro do diretório "/". A estrutura de diretórios e sub-diretórios pode ser identificada da seguinte maneira: A estrutura de diretórios também é chamada de Árvore de Diretórios porque é parecida com uma árvore de cabeça para baixo. Cada diretório do sistema tem seus respectivos arquivos que são armazenados conforme regras definidas pela FHS (FileSystem Hierarchy Standard - Hierarquia Padrão do Sistema de Arquivos) versão 2.0, definindo que tipo de arquivo deve ser armazenado em cada diretório. Diretório Raíz...

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    E

    Emacs
    (Editando com MACroS) - Um editor de textos popular.
    Enlightenment
    Uma das várias interfaces de usuário (window managers). Para mais informações sobre o Enlightenment, passe em www. Enlightenment. org (veja também AfterStep, GNOME, KDE e X Window System).

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    F

    File System
    (Sistema de Arquivos) Um sistema de programas que informam ao sistema operacional como acessar e interpretar o conteúdo de um disco ou unidade de fita, ou outra media de armazenamento. Sistemas de arquivos comuns incluem: FAT e FAT-32 (DOS/Windows), HPFS (OS/2), NFS, NTFS (Windows NT/2000), e outros.
    Filter
    (Filtro) Um programa que lê dados (de um arquivo, saída de um programa ou informações de linha de comando) como entrada, processa os mesmos de acordo com um conjuntod e condições predefinidas (por exemplo, ordenadas alfabeticamente) e fornece na saída os dados processados. Alguns filtros incluem o Awk, Grep, Sed e Sort.
    FTP
    (File Transfer Protocol -- Protocolo de de Arquivos) Um método de transferir arquivo de e para outros computadores -- geralmente repositórios de software.

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    G

    GCC
    (GNU C Compiler -- Compilador C GNU) Um compilador C de alta qualidade governado pela GPL
    GIMP
    (GNU Image Manipulation Program -- Programa GNU de Manipulação de Imagens) Um programa editor de imagem popular para o Linux.
    GNOME
    (GNU Network Object Model Environment -- Ambiente de Modelo de Objetos de Rede GNU) Uma das várias interfaces de usuário (window manager) para o Linux, feito com o Gtk. Para mais informações sobre o GNOME, vá para Gnome (veja também AfterStep, Enlightenment, KDE e X Window System).
    GNU Project
    (GNU is Not Unix) Um esforço do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Free Software Foundation (FSF) para desenvolver e promover alternativas para implementações UNIX proprietárias. O software GNU é licensiado sob a GPL.
    GNU/Linux
    Gnu's not unix - O nome é um acrônimo recursivo, um hack (corte) e significa: GNU não é Unix. Eu estava desenvolvendo um sistema que era parecido com o Sistema Operacional Unix, mas não era o Unix. Nós teríamos que escrever ele completamente do zero. Porque o Unix era proprietário e não podia ser compartilhado. Ele era inútil para a comunidade. Teria que ter um substituto. (Richard Stallman - Revolution SO - documentário). O mesmo que Linux. Assim chamado por que muitos dos componentes incluídos em uma distribuição Linux são ferramentas GNU.
    GPL
    (GNU General Public License -- Licença Pública Geral GNU) Uma licença de uso comum e redistribuição. Visite www.linuxdoc. org/ LDP/gs/ app-gpl/ node1. html para ver uma cópia da licença GPL.
    Grep
    (Global Regular Expression and Print -- Expressões Regulares Globais e Impressão) Uma feramenta que pesquisa em arquivos por uma string de texto e apresenta quaisquer linhas que contenham o padrão.
    GUI
    Em informática, interface gráfica do usuário (português brasileiro) (GUI, do inglês Graphical User Interface) é um tipo de interface do utilizador que permite a interação com dispositivos digitais por eio de elementos gráficos como ícones e outros indicadores visuais, em contraste a interface de linha de comando. Foi criada pela Xerox mas somente se tornou um produto com a Apple. A interação é feita geralmente com um rato ou um teclado, com os quais o usuário é capaz de selecionar símbolos e manipulá-los de forma a obter algum resultado prático. Esses símbolos são designados de widgets e são agrupados em kits. Ambiente gráfico é um software feito para facilitar e tornar prática a utilização do computador por meio de representações visuais do sistema operacional.

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    H

    Home Directory
    O diretório em que o usuário é posto após efetuar o log in no sistema.
    HTML
    (Hyper Text Markup Language -- Linguagem de Marcação de Hiper Texto) A linguagem de marcação padrão para o projeto de páginas Web. "Tags" de marcação, ou comandos de formatação, permitem que o projetista de páginas Web especificar destaques, posicionar imagens, criar hiperlinks, etc.
    HTTP
    (Hyper Text Transfer Protocol -- Protocolo de Transferência de Hiper Texto) Um conjunto de diretrizes criadas para solicitar e enviar páginas Web baseadas em HTML.

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    I

    INODE
    Espaço "invisível" reservado para um tipo especial de estrutura de dados chamado INODE. Essa estrutura contém informações básicas sobre arquivos e pastas, como permissões de acesso, identificação dos donos dos arquivos, data e hora do último acesso e alterações, tamanho e o mais importante, os famosos ponteiros para o arquivo em si. De modo geral, o INODE é a identidade de um arquivo ou diretório, é uma identificação única para ele.
    Init
    O primeiro processo executado imediatamente após a carga do sistema operacional. Ele inicia o sistema em modo mono-usuário ou dispara um shell para ler os arquivos de inicialização, e abre portas designadas como portas de login.
    Interpreted Language
    (Linguagem Interpretada) Diferente de um programa compilado, que é convertido de código fonte a executável uma vez, por um compilador, e então é executado a partir de sua forma binária, um programa interpretado é convertido para binário a cada vez que é executado, por um programa interpretador. Linguagens interpretadas (e também seus programas) tendem a ser mais lentas que programas/linguagens compiladas e p-code, e geralmente tem autorização limitada a funções de baixo nível do sistema operacional ou de acesso direto a hardwaer. Por outro lado, elas não exigem compiladores (que podem ser caros), e geralmente são incluíds junto com o sistema operacional, e geralmente são mais fáceis de programar que linguagens compiladas. Exemplos de linguagens interpretadas são o BASIC, Perl, Python e REXX/Object REXX.

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    J

    Java®
    Uma linguagem de progrmação orientada a objetos desenvolvida pela Sun Microsystems® para ser independente de sistema operacional. O Java é geralmetne suado em servidores Web. Aplicações Java e applets são às vezes oferecidos como downloads para serem executados no sistema do usuário. A programação Java pode produzir aplciações, ou pequenas "applets" Java. O Java é uma versão um pouco simplificada da linguagem C++, e é normalmente interpretada em vez de compilada (veja também JIT Compiler).
    Java Applets
    Pequenos programas Java que são inseridos em uma página Web e executados em um browser, não como uma aplicação stand-alone. Applets não podem acessar alguns recursos no computador local, como arquivos e dispositivos seriais (modems, impressoras, etc), e geralmente não podem se comunicar com outros computadores na rede.
    JavaBeans
    Uma arquitetura de componentes da linguagem Java. Os componentes JavaBeans são chamados de Beans.
    JavaScript
    Uma linguagem de script multi plataforma para World Wide Web, vagamente relacionada ao Java. Ela pode ser usada como uma linguagem de scripting do lado do servidor, como uma linguagem embutida em páginas HTML que são tratadas pelo servidor, e como uma linguagem embutida para navegadores.
    JDK
    (Java Development Kit -- Kit de Desenvolvimento Java) Uma ferramenta de programação Java da Sun, IBM ou outros, disponível para o UNIX/Linux e outros
    Jini®
    Pronunciado "Genie". Software da Sun que funciona parecido com o "plug-and-play", permitindo que dispositivos de hardware anunciem a si mesmos ao sistema operacional (fornecendo detalhes sobre o dispositivo) quando o hardware é inserido, sem exigir que o sistema seja reiniciado. Também anuncia-se para a rede em que o sistema está conectado, provendo compartilhamento de rede facilitado do dispositivo.
    JIT Compiler
    (Just In Time Compiler) Um compilador da linguagem Java que permite que programas interpretados Java sejam compilados automaticamente me linguagem de máquina nativa enquanto é carregado, para uma performance mais rápida do programa. Alguns JVMs incluem um compilador JIT.
    Journaling
    O mesmo que "logging". Escrever informações a um arquivo diário (log) como um método de registrar alterações.
    JVM
    (Java Virtual Machine -- Máquina Virtual Java) Um ambiente de execução Java, exigido para a execução de programas Java, que inclui um interpretador Java. Uma JVM diferente é exigida para cada sisteam operacional único (Linux, OS/2, Windows 98, etc.), mas qualquer JVM pode executar a mesma versão de um programa Java.

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    K

    KDE
    (K Desktop Environment -- Ambiente de Desktop K) Uma de várias interfaces de usuário (window managers) para o inux, feita com o Qt. Para maiores informações sobre o KDE, vá para >www. kde. org (veja também AfterStep, Enlightenment, GNOME e X Window System).
    Kernel
    (Núcleo, cerne) O núcleo do sistema operacional, sobre o qual todos os outros componentes são apoiados. O kernel administra tarefas como interação de baixo nível com hadraware e o compartilhamento de recursos, incluindo alocação de memória, entrada/saída, segurança, e acesso de usuário.
    Korn Shell
    Uma versão melhorada do Bourne Shell, incluindo suporte extensivo a scripting, e edição de linha de comando. Ele suporta muitos scripts escritos par ao Bourne Shell (veja também Bash).

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    L

    LILO
    (LInux LOader) Um utilitário de administração de partições de boot popular, capaz de inicializar outros sistemas operacionais além do Linux. Não é específico a sistemas de arquivos.
    Linux
    UM sistema operacional parecido com o UNIX open source, originalmente iniciado por Linus Torvalds. "Linux" realmente se refere somente o kernel do sistema operacional, ou núcleo. Mais de 200 pessoas contribuiram para o desenvolvimento do kernel Linux. O resto de uma distribuição Linux consiste de vários utilitários, drivers de dispositivos, aplicações, interface de usuário e outras feramentas que geralmente podem ser compiladas e executadas em outros sistemas operacionais UNIX.
    Linux para RS/6000®
    Uma versão do Linux disponível na SuSE que é projetada para rodar em um supercomputador IBM RS/6000. Para informações sobre o Enterprise Linux para RS/600, leia Enterprise Linux ou vá à home page da SuSE em www. suse. com.
    Linux para s/390®
    Uma versão do Linux projetada para ser executada em computadores mainframe IBM S/390 como um sistema operacional cliente em uma sessão de Máquina Virtual. Para mais informações, vá para Linux 390; para um artigo interessante sobre as vantagens de combinar o Linux com a arquitetura de um s/390, veja Linux planet; Vá para Suse para informações sobre o SuSE Linux para S/390.
    Log
    Armazenar mensagens de sistema, aplicação, ou erros. Também é chamado o arquivo que guarda estas informações.
    Lynx
    Um browser Web não gráfico (baseado em modo texto) popular.

    topo

    M

    Macro
    Um conjunto de instruções armazenadas em uma forma executável. As macros podem ser específicas de uma aplicação (como em uma macro de planilha ou macro de editor de textos, que executam passos específicos dentro daquele programa) ou de propósito geral (por exemplo, uma macro de teclado que escreve o user ID quando o Ctrl+U é pressionado no teclado).
    Mount
    Identifica um disco no sistema de arquivos antes do uso.
    Multitasking
    (Multitarefa) -- A capacidade de um sisstema operacional rodar mais de um programa, ou tarefa, em um dado momento. Um SO multitarefa cooperativo, como o Windows 95/98, exige que uma palicação voluntariamente libere recursos quando solicitada para que outra aplicação possa utilizar os mesmos. Um SO multitarefa preemptivo, como o UNIX/Linux, Windows NT/2000, ou OS/2, libera os recursos quando ordenado pelo sistema operacional, em uma base de tempo, ou prioridade, de forma que uma aplicação não pode bloquear recursos quando eles são necessários por outro programa (veja também Multithreading e Time-sharing).
    Multithreading
    A habilidade de um sistema operacional rodar concorrentemente programas que foram divididos em subcomponentes, ou threads.

    N

    NFS
    (Network file System -- Sistema de Arquivos de Rede) -- Um sistema de arquivos que permite o compartilhamento de recursos em uma rede ou pela Internet.
    Newbie
    Alguém novo à Internet, computadores em geral, ou Linux em específico (por exemplo, um "Linux newbie").

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    O

    Object-Oriented
    (Orientado a Objetos) -- Uma metodologia de desenvolvimento de software que oferece ao programador módulos de software padrão reutilizáveis (componentes), ao invés de exigir que o programador escreva código customizado a cada vez. O uso de componentes padrão reduz o tempo de desenvolvimento (por que a escrita e teste destes componentes já foi feita por outros programadores) e garante um aspecto e comportamento padrão para programas que usam os mesmos componentes.
    OO
    Veja Object-Oriented
    Open Source
    Um termo um tanto ambíguo que refere-se a software que é liberado com seu código fonte. O fato do código fonte estar disponível não significa necessariamente que os usuários possam modificar e redistribuir o código fonte. O termo é às vezes usado em lugar de "free software", apesar de nem sempre serem a mesma coisa (veja também Public Domain e Shareware).
    OSS
    (Open Sound System) -- Um driver de dispositivo para acessar placas de som e outros dispositivos sob o UNIX/Linux. Ele evoluiu do Linux Sound Driver, e suporta a maioria dos chips de áudio e adaptadores.
    OSS
    (Open Source Software) -- Veja Open Source.
    Owner
    O usuário que tem acesso privilegiado a um arquivo; tipicametne é o usuário que criou o arquivo.

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    P

    Partition (Partição)
    As partições nada mais são que seu HD divido em partes iguais ou não. Trocando em miúdos, imagine uma pizza e digamos que tem 4 pessoas para comer. Nada mais justo que dividirmos, ou seja, PARTICIONARMOS a pizza em 4 pedaços iguais. Fazendo a relação na comparação: O HD é a pizza e os sistemas operacionais são as pessoas. Ou falanndo sério: Uma sessão contígua de uma unidade de disco que é tratada pelo sistema operacional como um drive físico.
    PDF files
    (Arquivos Portable Document Format -- Formato de Documento Portável) -- Arquivos binários criados com o Adobe Acrobat ou outro programa capaz de produzir saída neste formato. Usado para produzir documentos independentes de sistema operacional, que podem ser visualizados usando o Acrobat Reader ou outros, incluindo browsers Web equipados com um plug-in Acrobat Reader.
    Perl
    (Practical Extraction and Report Language -- Linguagem Prática de Extração e Relatório) -- Uma linguagem comum de script/programação. geralmetne é usada em servidores Web UNIX/Linux em scripts CGI.
    Permission
    (Permissão) -- A autorização para ler e escrever arquivos e diretórios, e executar programas. Variados níveis de permissão podem ser atribuídos pelo superusuário, ou operador root, em uma base arquivo-por-arquivo ou diretório-por-diretório ou por nome de conta (User ID).
    PGP
    (Pretty Good Privacy -- Privacidade Quase Boa) -- um programa de criptografia de dados de chave pública de alta segurança, para o UNIX/Linux e outros sistemas operacionais.
    Piping Symbol
    (Símbolo de Encanamento) -- O caracter | do teclado (o caracter Shift-Backslash sobre a tecla Enter em um teclad de 101 teclas típico -- em um teclado ABNT, está à direita do Shift da esquerda). Geralmente é usado para alimentar a entrada de um programa com a saída de outro programa. Por exemplo, history | grep mcopy enviará o conteúdo do arquivo .bash_history (via o comando history) para o programa grep, que irá procurar pela string "mcopy" (veja também Append Symbol e Redirection Symbol).
    Ponto de montagem
    Para ler ou alterar o conteúdo de um dispositivo de disco é necessário que você o monte. O ponto de montagem nada mais é do que a pasta no sistema onde o conteúdo do dispositivo estará disponível para que você possa ler ou alterar. É bom lembrar também que você faz a montagem e desmontagem de forma automática sem nem mesmo se dar conta, por exemplo ao espetar um pendrive ou colocar um CD ou DVD no respectivo drive. Se você lembrar, vai abrir uma janela que pergunta o que você prefere fazer, em geral as opções são: Abrir em nova janela do gerenciador de arquivos. Abrir com leitor de imagens Outras alternativas que vão depender se é pendrive ou mídia optica. Se você simplesmente fechar esta janela o pendrive, CD ou DVD vai continuar desmontado. Se você escolher uma das alternativas apresentadas, o pendrive, CD ou DVD vai ser montado e sem sentir você vai passar a ter acesso ao seu conteúdo sem ter usado o comando mount no terminal. O ponto de montagem é portanto simplesmente o endereço onde cada dispositivo (device) vai ser reconhecido e localizado pelo sistema. Ponto de montagem
    Port/Ported/Porting
    O processo de pegar um programa escrito para um sistema operacional ou plataforma e modificar o mesmo para ser executado em outro SO com funcionalidade similar. Geralmente há pouca ou nenhuma tentativa de personalizar o programa para se aproveitar das funcionalidades únicas ao novo sistema operacional, em oposição a otimizar uma aplicação para um sistema operacional específico.
    Portable
    (Portável) -- Um termo que se refere a software que é feito para ser usado em mais de um sistema operacional com pequenas mudanças e recompilação.
    PostScript
    Uma linguagem de descrição de páginas desenvolvida pela Adobe Systems que informa a uma impressora como apresentar texto ou gráficos em uma página impressa.
    PostScript Fonts
    Uma larga variedade de fontes que podem ser usadas com o OS/2, MS Windows e o X Window System. Os arquivos de fonte incluem aqueles com extensão .afm, .pfa e .pfb. Algumas vezes chamadas de fontes Adobe Type 1, ou fontes ATM (Adobe Type Manager). As fontes PostScript tipicamente exigem uma imporessora compatível com PostScript (veja também BDF Fonts e TrueType Fonts).
    PPA
    PPA quer dizer Personal Package Archives. Esses repositórios nada mais são do que servidores na internet onde se encontram os programas que não estão nos repositórios oficias da sua distro. Não é bem assim porque alguns programas que estão na Central de Programas possuem PPA, caso do WINE por exemplo, a diferença entre instalar a versão da Central de Programas e instalar via PPA é que a versão que está na Central de Programas e suas possíveis atualizações já foram testadas e apresentam um nível bom de segurança e estabilidade, porém, não trazem os mesmos recursos muitas vezes, das versões mais recentes, coisa que o PPA trás.
    Python
    Uma linguagem de programação de p-code orientada a objetos.

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    Q

    Qt
    Uma biblioteca gráfica open source poderosa e rápida para o X Window System no UNIX/Linux, que é usada por programadores para criar botões, menus, e outros objetos gráficos (veja também Gtk/Gtk+ e KDE).
    Queue
    (Fila) -- Uma lista de tarefas aguardando execução, como em "a fila de impressão" ("the print queue").

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    R

    Richard Stallman
    É o pai fundador do movimento de software livre, através de seus esforços em construir o Sistema Operacional GNU. Ele criou as fundações legais, filosóficas e tecnológicas para o movimento do software livre. Sem essas contribuições, é improvável que o Linux e o Código Aberto, tivesse evoluído para as atuais formas.
    Root Operator
    (Operador Root) -- O ID de usuário que tem autoridade para executar todas as tarefas de nível de sistema (também chamado de Superuser / Superusuário).
    Root Window
    (Janela Root) -- A sessão que está por baixo da sessão de desktop do Linux.
    RPM
    (RPM Package Manager -- Gerenciador de Pacotes RPM) -- Uma ferramenta de empacotamento e instalação para downloads da Internet, incluída em algumas distribuições Linux. Ela produz arquivos com a extensão .RPM. Similar ao Dpkg.

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    S

    Script
    Um conjunto de comandos armazenados em um arquivo. Usados para uma execução automatizada e repetitiva (veja também RC File).
    Session
    (Sessão) -- Um período completo de interação entre o usuáiro e o sistema operacional, do login ao logoff.
    Shareware
    Uma forma de software comercial, que geralmetne é oferecida como "experimente antes de comprar". Se o cliente continua a usar o produto após um curto período de experiência, ele é solicitado a pagar uma quantia especificada. Possui direitos autorais. (veja também Open Source e Public Domain).
    Shell
    Uma janela em modo texto, contendo uma interface de linha de comando para o sistema operacional. Em outras palavras o shell é um módulo que atua como interface usuário - sistema operacional, possuindo diversos comandos internos (built in) que permitem ao usuário solicitar serviços do sistema operacional. O shell também implementa um linguagem simples de programação que dispõe de comandos de decisão, de controle de fluxo, funções etc, permitindo a elaboração de pequenos programas, (os famosos shell scripts). Desenvolvido por S.R Bourne em 1975, o Bourne Shell foi um dos primeiros shells desenvolvidos. Por ser bastante simples ele continua sendo até hoje um dos mais rápidos e mais leves. O shell é um programa independente do kernel favorecendo assim, o desenvolvimento de vários shells ao longo da história do Unix. Entre os programas interpretadores de comandos pode-se destacar o bash, ash, csh, tesh, sh.
    Shell Prompt
    A área de entrada de usuário de um shell. Enquanto no shell do DOS o prompt de comando designado como sendo um símbolo de Maior Que (>), no Linux ele geralmente é um sinal de porcentagem (%), cifrão ($) ou outro caracter especial, dependendo do shell usado (veja também Command Prompt).
    Shell Script
    Um script projetado para ser executado automaticamente quando um shell é iniciado.
    SHTTP
    (Secure Hyper Text Transport Protocol --Protocolo de Transporte de Hiper Texto Seguro) -- Uma versão segura e criptografada do HTTP, usada para transações financeiras e envio de outras informações privadas pela Internet.
    Sistema Operacional
    O principal em um Sistema operacional é que você nunca deveria notar a sua presença, porque ninguém usa realmente um SO. As pessoas usam... programas...em seus computadores e a única missão na vida de SO é ajudar esses programas a funcionarem. Então um SO nunca faz nada sozinho. Ele está apenas esperando pelos programas pedirem por certos recursos ou pedirem por um certo arquivo no disco ou então pedirem para serem conectados ao mundo externo. (Linus Torvalds - Revolution OS - documentário do ano de 2001)
    Slash
    (Barra - /) -- O símbolo usado em nomes de diretórios, em vez da contrabarra (backslash - \) usada nos sistemas operacionais DOS/Windows e OS/2.
    Source Code
    Comandos de programação em sua forma mais pura, como foram entrados por um programador. Algumas linguagens de programação permitem que os comandos sejam executados "on the fly" (à medida que são entrados) por um interpretador de comandos. Outras linguagens exigem que os comandos sejam compilados em programas executáveis (binários) antes que possam ser usados. No mundo UNIX/Linux, alguns softwares são distribuídos somente na forma de código fonte, outros pacotes incluem tanto o código fonte quanto binários, e outros ainda são distribuídos apenas no formato binário.
    SQL
    (Structured Query Language -- Linguagem de Consulta Estruturada) -- A linguagem usada para manipulação de registros e campos (linhas e colunas) em um banco de dados relacional. Algumas vezes pronunciada erroneamente como "sequel".
    Software
    Exitem dois tipos de software:
    Sistema: Firmware exemplo bios. Driver são programas responsáveis pela comunicação entre o sistema operacional do computador e o hardware conectado a ele. Este hardware pode ser um mouse, placas de vídeo e rede, caixas de som, monitor, pen drives, uma impressora, (mesmo sendo criada após o sistema operacional uma impressora pode "conversar com o SO através do driver") etc. Sistema operacional.
    Aplicativos: os usuários estão mais acostumados. Suite de aplicativos: por exemplo o libreOffice. Navegador: acesso a internet. Editor de texto: no Linux tem o VIM, Nano. A calculadora, o PowerPoint, são exemplos de software aplicativo.
    Software livre (Free Software)
    Pode ser: • distribuído com seu código fonte. (Possui Código Aberto = Open Source)
    • alterado e redistribuído, copiado ou livremente adaptado. • E também pode ser vendido.
    O software livre proporciona liberdade no uso de programas para diferentes propósitos. • Modificar um programa para adaptá-lo as necessidades dos usuários. • Permissão de acesso ao código fonte. • Redistribuição grátis de cópias ou através de taxas.
    Software gratuíto (Freeware)
    Obrigatoriamente de graça Pode ser: aberto ou fechado. Não traz necessariamente o código-fonte aberto e nesse caso não poderá ser alterado.
    String
    Uma seqüência de caracteress, como em "search string" (string de pesquisa).
    Superuser
    (Superusuário) -- Usualmente sinônimo de operador root.
    Swap
    Mover temporáriamente dados (programas e /ou arquivos de dados) da memória de acesso aleatório para armazenamento de disco (swap out) ou de volta (swap in), para permitir que mais programas e dados sejam processados do que a memória física consegue manter. Também chamado de Memória Virtual.
    Swap Space
    (Espaço de Troca) -- Onde os dados objeto de Swap são armazenados temporariamente no disco. O Linux utiliza uma partição de disco dedicada para espaço de troca, ao invés de um arquivo de troca específico.
    Symbolic link
    (Link simbólico) -- Um alias ou atalho para um programa ou arquivo.
    Sync
    Forçar a gravação de toda entrada / saída pendente do disco.
    Syslog
    O UNIX/Linux System Logger, onde todas as mensagens do sistema ou erro são armazenadas.

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    T

    Tag
    Um comando em uma linguagem de marcação, como o HTML, para mostrar informações de uma certa forma, como negrito, centralizado, ou usando uma certa fonte.
    Terminal
    O atalho padrão para o Terminal é Ctrl + Alt + T, que deve ser pressionado no teclado. Se por algum motivo essa opção não estiver funcionando, pode-se criar o próprio atalho.
    Text Editor
    (Editor de Texto) -- Um programa para edição de arquivos texto. Similar a um processador de textos (word processor), mas sem a maioria/ totalidade das funções de formatação (como margens, itálicos, fontes, etc.). Geralmente usado para escrever ou editar scripts, programas e arquivos de texto ASCII (como os README.1ST).
    Text Formatter
    (Formatador de Texto) -- Um programa que prepara um documento de texto para impressão, permitindo que o usuário faça várias funções de layout, como margens, cabeçalhos, rodapés, indentação, paginação e justificação às margens.
    TFTP
    (Trivial File Transfer Protocol -- Protocolo de Transferência de Arquivos Trivial) -- Uma versão simplificada do FTP sem autenticação ou muitas outras funcionalidades básicas do FTP.
    Thread
    Uma pequena peça do programa que funciona como um subconjunto independente de um programa maior, também chamado de "processo". Um programa multithreaded pode rodar muito mais rápido que um programa monolítico ou single-threaded, por que várias, ou muitas, tarefas diferentes podem ser executadas concorrentemente, em vez de serialmente (em seqüência). Além disto, threads em uma única aplicação podem compartilhar recursos e passar dados umas para as outras.
    Torvalds, Linus
    O criador original do kernel Linux em 1991, detentor do copyright Linux, e correntemente ainda é o coordenador do projeto de desenvolvimento do Linux.
    Touch
    Um comando que altera a marca de data/hora de um arquivo sem tocar o conteúdo do mesmo.
    TrueType Fonts
    (Fontes TrueType) -- Uma grande variedade de fontes projetadas para serem independentes de impressora, diferente das fontes PostScript. Disponíveis para o Apple Macintosh e o Windows. Não são usadas comumente no UNIX/Linux (veja também BDF Fonts e PostScript Fonts).
    Tux
    O nome do pinguim fictício mascote do Linux.

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    U

    UNIX
    O UNIX começou como um sistema operacional proprietário desenvovlido pela Bell Laboratories nos anos 1960. Eventualmente gerou um número de versões merciais mutualmente incompatíveis, de companias como a Apple (Mac OS X), Digital (Digital UNIX), Hewlett-Packard (HP-UX), IBM (AIX®), NeXT (NeXTSTEP) e outras.
    Usuário Root
    Cada arquivo e cada processo (programa em execução) do sistema tem um dono, ou seja, um proprietário que determina quem pode e como usar o arquivo/ processo em questão. Obviamente, o proprietário tem acesso irrestrito aos seus "pertences", exceto quando ele mesmo bloqueia um arquivo/ processo contra si (sim, isso é possível). Se você é usuário de um sistema Linux, pode impedir os demais usuários de utilizar seus arquivos. Da mesma forma, há arquivos que podem ser bloqueados a você. No caso de arquivos e processos ligados ao funcionamento do sistema, seu proprietário natural é o usuário root. Isso significa que só ele (e outros usuários que sejam definidos como "super usuários") é que pode alterá-los. O root também pode atuar sobre qualquer arquivo ou processo de outros usuários já que, no sistema, "ele é um deus". Usuário Root

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    V

    Virtual Desktop
    Um método para expandir o espaço de trabalho do usuário além dos limites da tela do computador. O desktop pode ser rolável para a esquerda, direita, acima e abaixo, como se um desktop maior fosse posicionado atrás da tela de vidro e movido para revelar ícones, janelas e outros objetos que estavam "fora de cena", ou fora da vista. Alternativametne, como com o desktop KDE, múltiplos botões podem estar disponíveis, cada um apresentando uma área de desktop de mesmo tamanho que a tela de vidro e que pode conter cada um diferents objetos.
    Virtual Machine
    (Máquina Virtual) -- Máquinas Vrituais (VMs) são funcionalidades de chips de processamento central que isolam uma área de memória do resto do sistema. Como os sistemas operacionais e aplicações rodam em um ambiente de "modo protegido", se um programa trava em uma Máquina Virtual ele não irá afetar a operação de programas e sistemas operacionais rodando fora daquela Máquina Virtual.

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    W

    Widget
    Um objeto de programação de interface de usuário gráfica (botão, barra de rolamento, botão de rádio, etc.) para o X Window System (veja também X Window System).

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    X

    XHTML
    (Extensible Hyper Text Markup Language -- Linguagem de Marcação de Hiper Texto Extensível) -- Uma versão melhorada do HTML que suprota extensões definidas pelo programador como o XML.
    XML
    (eXtensible Markup Language -- Linguagem de Marcação Extensível) -- Uma linguagem de marcação nova e poderosa para desenho de páginas Web, alternativa ao velho HTML, permitindo que programadores definam suas próprias tags de marcação, ou comandos de formatação.

    Y

    Y
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    Z

    Zip
    Uma forma popular de compressão/arquivamento de arquivos disponível em muitas plataformas de sistemas operacionais, incluindo DOS/Windows, OS/2, e UNIX/Linux. Entre as ferramentas populares estão incluídos o PKZip/PKUnzip e Zip/Unzip. Não confunda com o Iomega Zip disk, que é um dispositivo de armazenamento removível (só para confundir mais, um arquivo zipado pode ser armazenado em um disco Zip -- ou não. Eles não são relacionados). Arquivos zipados tem uma extensão .zip.

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    Veja como funciona os temas clicando em ThemeRoller